Mostrando postagens com marcador Trabalho dos alunos com deficiência. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Trabalho dos alunos com deficiência. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, março 21, 2011

MG Educação capacita mais de 13 mil educadores a distância para compreender educação inclusiva

Quinta turma terá início em março e o investimento chega a R$8,5 milhões
Nesta segunda-feira, educadores da rede pública de Minas Gerais vão iniciar um curso de atualização que vai ampliar as habilidades desses profissionais para lidar com alunos com deficiência. Ofertado pela Secretaria de Estado de Educação (SEE), por meio da Diretoria de Educação Especial, o curso de Atualização em Educação Inclusiva para Servidores da Educação capacita educadores da rede pública. Nesta segunda-feira (21), terá início a quinta turma do curso, da qual vão participar 1653 profissionais.
Nas quatro primeiras turmas, o curso capacitou cerca de 12 mil educadores e após esta quinta etapa, 13.745 terão passado pelo treinamento, o investimento no programa chega a R$8,5 milhões. Passam pela capacitação educadores da rede estadual, mas também foram abertas vagas para professores de redes municipais de ensino do Estado. As aulas procuram orientar os educadores sobre como trabalhar com alunos com deficiência na sala de aula da escola comum. O intuito não é o de formar especialistas, mas o de preparar o profissional para a educação inclusiva. “O professor aprende sobre os diferentes tipos de deficiência, os recursos de acessibilidade disponíveis e os apoios que cada estudante pode obter. Ele não se torna um especialista, mas passa a perceber as diferenças entre os ritmos de aprendizagem dos seus alunos”, explica a diretora de Educação Especial da SEE, Ana Regina de Carvalho.
Segundo Ana Regina, o curso auxilia o professor a lidar com as necessidades dos alunos com deficiência que frequentam a escola comum. Um aluno cego, por exemplo, exige que o professor tome alguns cuidados durante a explicação de uma determinada matéria. “Numa aula de geografia, se o professor vai apontar a localização de um lugar em um mapa desenhado no quadro, ele pode ficar ao lado do aluno e guiar o dedo dele no mapa em braile. São pequenas ações que fazem diferença na inclusão e ajudam no aprendizado”, exemplifica Ana Regina.
Curso a distância
O curso de Atualização em Educação Inclusiva para Servidores da Educação tem duração de 120 horas/aula, que são ofertadas a distância ao longo de sete meses. O curso é oferecido pela PUC Minas Virtual, unidade da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais, que oferece cursos a distância em diversas áreas. Quem passa pela capacitação cursa várias disciplinas sobre educação inclusiva e processos de aprendizagem. “O curso não vai trabalhar especificamente as áreas da deficiência, ele dá um panorama dessas deficiências. O objetivo maior é qualificar os professores para que eles possam mudar o olhar quanto a diversidade do aluno e construir os processos de aprendizagem na escola”, explica a coordenadora do PUC Minas Virtual, Maria do Carmo Menicucci.
Ao final do curso, os educadores preparam um diagnóstico sobre a escola na qual trabalham e listam as ações necessárias para garantir a educação inclusiva. Rubiamary Machado Figueiró é vice-diretora da Escola Estadual Jason de Morais, na cidade de Berilo, no norte de Minas, e fez o curso em 2009, ao lado de outros colegas. Em sua escola, há três alunos com deficiência, um com baixa visão, outro com surdez  e outro com deficiência física. Segundo a vice, a forma de lidar com esses estudantes mudou depois do curso. “A gente lidava com esses alunos e não tinha um conhecimento específico. Passamos a prestar mais atenção nas necessidades deles e fazer as adaptações necessárias”, explica. “Vai da forma de explicar um teste, até fazer um documento específico. No caso do aluno com baixa visão, por exemplo, temos que montar uma prova com letras maiores. Cada aluno tem sua especificidade”, complementa.

PORTAL DA EDUCAÇÃO MG

domingo, dezembro 12, 2010

Aula de pintura estimula criatividade de pessoas com deficiência

G1:

Alunas expressam sentimentos e personalidade nas telas.
'Elas têm muito o que ensinar para nós', diz professora de Campo Grande.

Pessoas com deficiências físicas e intelectuais recorrem à pintura para auxiliar no desenvolvimento da criatividade. Em Campo Grande, aulas permitem que os alunos expressem sentimentos e sua personalidade nas telas.
A estudante Priscila Cardoso, de 17 anos, tem síndrome de Down. A aula de pintura tem ajudado a estimular seu raciocínio e sua criatividade. O mesmo acontece com Stefany Capuri, de 19 anos, que nasceu com uma doença hereditária e ficou com sequelas.
Na aula de pintura, as alunas aprendem a desenvolver seu próprio estilo, o que pode ser notado nas telas. Elas expressam, na arte, sua personalidade, seus sonhos e suas emoções. Aninha, 35 anos, é a mais velha da turma. Ela teve meningite na infância e por isso teve alguns movimentos limitados. Aninha não fala, mas a arte, segundo sua mãe, Maria Aparecida Gonçalves, é capaz de traduzir os sentimentos da filha.
"É uma interação muito legal. Elas têm muito o que ensinar para nós. Lições de vida, de superação, de não se deixar abater, superar os limites, essa alegria de viver apesar da deficiência", diz a professora Lucia Maria Pereira.

quarta-feira, dezembro 08, 2010

SP REDE DO SABER - Videoconferência "Exigências da Educação Básica para o Trabalho de Pessoas com Deficiências"

O Centro de Apoio Pedagógico Especializado (CAPE), da Secretaria de Estado da Educação, apresenta em videoconferência as contribuições institucionais para a educação básica para o trabalho dos alunos com deficiência, na rede de ensino público do Estado de São Paulo. 

Palestrantes/Mediadores
Maria Elizabete da Costa, diretora do CAPE; Newton Rezende, da assessoria técnica do CAPE; Alessandra Ribeiro Costa, representante do Centro Paula Souza; Mário Valle, representante do SENAC; Débora Hebling, representante do SENAI; Isabela Pennella, representante do SENAR; e Maria Inês da Rocha, representante do SENAT.

quarta-feira, dezembro 09, 2009

Exigências da Educação Básica para o Trabalho de Pessoas com Deficiências

03/12/2009 - O Centro de Apoio Pedagógico Especializado (CAPE), da Secretaria de Estado da Educação, apresenta em videoconferência as contribuições institucionais para a educação básica para o trabalho dos alunos com deficiência, na rede de ensino público do Estado de São Paulo. 

palestrantes
Alessandra Ribeiro Costa
Débora Hebling
Isabela Pennella
Maria Elizabete da Costa
Maria Inês da Rocha
Mário Valle
Newton Rezende

Postagens populares