segunda-feira, junho 30, 2014

Plataforma online oferece capacitação para educadores sobre a dislexia

Ambiente virtual vai oferecer conteúdos básicos sobre o tema, formas de identificar o distúrbio, entre outras opções

A Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) em parceria com o Instituto ABCD lançaram uma plataforma de formação online gratuita para professores. O ‘Dislexia Brasil' irá ofertar aos educadores capacitação sobre o que é a dislexia, como a identificar e o que se deve fazer. A dislexia é um transtorno manifestado na aprendizagem da leitura e escrita dos estudantes.

O ambiente virtual vai oferecer desde conteúdos básicos sobre o tema, formas de identificar o distúrbio e de adquirir técnicas para ensinar leitura, soletração e escrita até apontar como melhorar o ambiente escolar, fazendo com que os estudantes lidem com suas dificuldades específicas em concentração, memória e organização.

Para acessar os conteúdos, os professores precisam estar cadastrados na plataforma.
FONTE: Secretaria de Educação MG

quarta-feira, maio 07, 2014

Promovendo a inclusão na sala de aula

Nova Escola
Falar de inclusão tornou-se “politicamente correto”. Há, evidentemente, unanimidade quando o assunto é o direito de conviver em sociedade com dignidade. Entretanto, a inclusão de pessoas com deficiência não é garantida pelos discursos de quem diz atuar em nome delas. Tampouco pelas inúmeras leis e decretos existentes em nosso país que definem (mas não cobram) as ações que buscam afiançar o direito de todos por uma Educação de qualidade. Não se trata de uma postura pessimista da minha parte, mas sim, realista.

Comecemos por uma análise, ainda que superficial, das condições de acessibilidade em escolas públicas e privadas. Aqui na instituição em que sempre trabalhei e em muitas outras que tenho conhecido, de maneira geral, a arquitetura não contempla as condições mínimas de adaptação para as pessoas com deficiência física. Sendo assim, os gestores têm de desenvolver suas próprias tentativas de adaptação do ambiente físico escolar. Opto pela expressão “tentativas” porque, embora reconheça os esforços dos educadores em promover e garantir a acessibilidade, tenho também a consciência de que estamos longe de oferecer espaços em que as reais necessidades desses indivíduos sejam plenamente respeitadas e acolhidas. Sendo assim, de forma criativa e corajosa, temos lançado mão, por exemplo, de rampas improvisadas e de força física para que nossos alunos cadeirantes possam usufruir dos pisos superiores das escolas, uma vez que os recursos, na maioria das vezes, não são suficientes para uma reforma completa. Aliás, reformar é sempre mais complexo e mais custoso do que construir.
Leia a matéria completa de Aluno em Foco

sábado, abril 26, 2014

SP - Servidores da Educação também podem se inscrever em curso de LIBRAS online

Objetivo é proporcionar aos profissionais oportunidade de manter interação eficiente com alunos

Os servidores da educação interessados em participar do curso gratuito de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) podem se inscrever na formação online até dia 4 de maio ou até o término das vagas. O objetivo da iniciativa é proporcionar aos profissionais a oportunidades de manter interação eficiente com os alunos surdos.

- Clique aqui para se inscrever

- Confira o regulamento do curso

O curso Introdução à LIBRAS é voltado a profissionais do Centro de Apoio Pedagógico Especializado (CAPE), educadores da rede estadual e servidores do Quadro de Apoio Escolar. A carga horária da formação, que tem início dia 19 de maio, é de 90 horas. Serão disponibilizadas 50 mil vagas.

Originalmente desenvolvido para os alunos da rede estadual, o curso foi atualizado com vídeos gravados pela equipe do CAPE, especialmente para o novo público-alvo.

Evesp acessível

A Escola Virtual de Programas Educacionais (Evesp), órgão da Secretaria da Educação, já tem atuado com a temática acessibilidade. Em 2013, foi lançada uma plataforma para aulas de Inglês Online, voltada a estudantes cegos e surdos. O conteúdo foi todo disponibilizado com recursos de acessibilidade, com vídeos com audiodescrição e também janelas em libras.
 
FONTE: SEESP

sexta-feira, abril 11, 2014

SP - Scanner de voz e curso online de Libras são oferecidos para alunos com deficiência


Equipamentos pedagógicos estão expostos em feira internacional de inclusão em São Paulo

Pioneira no processo de inclusão escolar, a Educação paulista conta com uma série de materiais e salas de recursos para atender os 62,5 mil alunos com algum tipo de deficiência matriculados na rede estadual. Com auxílio do Centro de Apoio Pedagógico Especializado (CAPE), os estudantes têm acesso ao currículo regular por meio de ferramentas como o scanner de voz, que transforma todo conteúdo de texto em áudio, e o curso de inglês online e acessível.

Parte desse material, indispensável na rotina dos alunos tanto nas classes comuns como nas 1.770 salas de recurso multifuncionais, faz parte do stand do Governo de São Paulo na III Feira Internacional de Reabilitação, Inclusão, Acessibilidade e Paradesporto (ReaTech). O evento vai até o próximo domingo, dia 13 de abril, em São Paulo.

Além do scanner de voz, as salas de recurso são equipadas com impressoras para ampliação de livros e máquinas de Braille. Nas classes, os alunos têm à disposição computadores com softwares adequados e o caderno do aluno impresso em Braille e em fonte ampliada. Com esse suporte físico e acompanhamento dos educadores da rede, os estudantes conquistam a autonomia e têm garantidos o direito à educação.

“O objetivo da Secretaria da Educação é criar uma cultura inclusiva. Por isso, trabalha em duas frentes: garantir a matrícula dos alunos e oferecer a eles um ensino de qualidade. Neste ano, por exemplo, participam de uma formação continuada 1.600 professores e gestores da rede.”, afirma o secretário da Educação, professor Herman Voorwald.

Quem for à feira também poderá conferir os cursos online elaborados pela Escola Virtual de Programas Educacionais do Estado de São Paulo (EVESP). As aulas de inglês para estudantes com deficiência visual e auditiva oferecem mais de 40 filmes para o ensino do idioma. Os conteúdos podem ser acessados da própria casa do aluno e também nas salas do Acessa Escola, onde todas as máquinas possuem um software leitor de tela que permite que usuários cegos ou com baixa visão utilizem os computadores.

Já o curso de Libras Online, para surdos e ouvintes, reproduz com ajuda de avatares em 3D situações do cotidiano - como passeio em shoppings, aulas de educação física, festas - e auxiliam o aprendizado dos participantes. Em 2013, mais de 4 mil alunos se inscreveram no programa.
 
FONTE: SEESP

sábado, abril 05, 2014

SP - Especialização em Educação Especial com Ênfase na Deficiência Múltipla


Do dia 07 a 17 de abril estarão abertas as inscrições para o “Curso de Especialização em Educação Especial com Ênfase na Deficiência Múltipla”, em nível de pós-graduação, destinado a professores de Educação Infantil, Educação Infantil e Ensino Fundamental I, professores de Ensino Fundamental II e Médio e os professores que atuam nas Escolas Municipais de Educação Bilíngue para Surdos (EMEBS). Os interessados deverão ir ao Centro de Formação e Acompanhamento a Inclusão (CEFAI) no período indicado acima para preenchimento da ficha de inscrição.

O curso vai ser ministrado pela Universidade Presbiteriana Mackenzie e o seu objetivo é oferecer, aos educadores, referenciais teóricos específicos, bem como conhecimentos e recursos práticos necessários para o pleno atendimento dos alunos com deficiência múltipla, visando sua aprendizagem e participação nas atividades escolares, garantindo, assim, a sua inclusão educacional e social.

Segundo a Diretora do Setor de Educação Especial da Secretaria Municipal de Educação, Renata Garcia, “a realização deste curso surgiu da necessidade de formar recursos humanos para atuarem nos serviços de educação especial na Rede Municipal de Ensino, e ainda de apoiar as Escolas Municipais de Educação Bilíngue para Surdos (EMEBS) no trabalho com educandos com deficiência múltipla e surdocegueira”.

Renata ressalta que esta ação está em consonância com a Meta 54 do Plano de Metas do Governo: “Revitalizar os CEFAIS assegurando a formação de professores e o acompanhamento aos alunos com deficiência matriculados na Rede Municipal de Ensino”.

Várias instituições de Ensino Superior enviaram propostas para a realização deste curso, porém, de acordo com Renata, “após análise criteriosa das propostas recebidas, a Secretaria Municipal de Educação optou pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, conceituada instituição de ensino que entre 2001 e 2007 realizou através de convênio com o Programa Hilton Perkins e com a Blind School for the Blind, dos EUA, cursos de pós-graduação, latu sensu, reconhecidos pelo Ministério de Educação e Cultura (MEC), para a formação de educadores de pessoas com deficiência múltipla e surdocegueira”.

Requisitos - Aqueles que desejam realizar este curso devem já ter concluído um curso de graduação na área da educação e não possuir curso de pós-graduação na área das deficiências. Eles também devem se comprometer em atuar nas Salas de Apoio e Acompanhamento à Inclusão (SAAI) ou nos Centros de Formação e Acompanhamento à Inclusão (CEFAI) das Diretorias Regionais de Educação, bem como apoiar a construção de práticas que atendam às necessidades dos educandos com deficiência múltipla e surdocegueira nas EMEBS.

A carga horária do curso é de 450 horas. Ele acontecerá no período de abril deste ano a setembro de 2015, durante os sábados, das 7h30 às 12h e das 13h às 17h30, no Campus Higienópolis da Universidade Presbiteriana Mackenzie, localizado na Rua da Consolação, 930, no bairro da Consolação.

Estão sendo oferecidas 150 vagas, distribuídas entre as Diretorias Regionais de Educação (DRE) da seguinte forma: DRE Butantã: 10 vagas; DRE Campo Limpo: 15; DRE Capela do Socorro: 12; DRE Freguesia do Ó: 12; DRE Guaianases: 11; DRE Ipiranga: 10; DRE Itaquera: 10; DRE Jaçanã-Tremembé: 11; DRE Penha: 10; DRE Pirituba-Jaraguá: 14; DRE Santo Amaro: 12; DRE São Mateus: 12 e DRE São Miguel Paulista: 11.

A Rede Municipal de Ensino atende 2174 educandos com deficiência múltipla em suas Unidades Educacionais.

Confira na íntegra o Comunicado 659.

Fonte:
Secretaria Municipal de Educação de São Paulo

sábado, março 22, 2014

SP - Com assinatura de termo, Educação reafirma compromisso com acessibilização de escolas

Parceria com o Ministério Público prevê ampliação das intervenções e investimentos nas escolas

A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo e o Ministério Público firmaram um TAC (Termo de Ajustamento de Conduta) para que todas as cinco mil escolas estaduais de São Paulo sejam plenamente acessibilizadas. A parceria prevê um plano de trabalho e investimento de R$ 1 milhão pelo Estado em cada uma das obras de acessibilidade.

A entidade é parceira da Secretaria da Educação em diversas ações, principalmente aquelas vinculadas ao Sistema de Proteção Escolar, como a formação de professores mediadores e a oferta de cursos sobre justiça restaurativa.

- Acesse o termo assinado entre o Ministério Público e a Educação

Atualmente, 1.499 unidades escolares do Estado de São Paulo contam com obras gerais de acessibilidade que atendem à norma brasileira e incluem rampas, elevadores, piso podotátil, corrimão e eliminação de barreiras arquitetônicas que comprometam a mobilidade. Todas as demais unidades escolares já contam com verbas para a realização de intervenções rotineiras, de acordo com a necessidade, como instalação de corrimão e rampas, por exemplo. Além disso, todas as novas escolas já são construídas dentro dos padrões de acessibilidade.

Pela parceria, a Educação fica responsável pelas obras de adequação das escolas estaduais e por enviar ao Ministério Público, a cada três anos, o cronograma de intervenções que serão realizadas dentro do período. Na primeira etapa, serão atendidas 377 escolas até o final de 2015.

Inclusão na rede estadual

Atualmente, os estudantes com mobilidade reduzida são atendidos nas unidades de ensino que contam com acessibilidade e estejam mais próximas às suas residências. Além disso, eles contam com transporte específico. Para as obras a serem realizadas, o TAC proposto pela Secretaria e Ministério Público priorizará intervenções de acessibilidade em municípios que possuam apenas uma escola estadual. O segundo critério contemplará escolas com um pavimento e, em seguida, com dois pavimentos. Posteriormente, receberão obras as cidades com mais de 15 mil habitantes com escolas a uma distância igual ou superior a dois quilômetros.

Para otimizar a proposta da Pasta, a Secretaria criou um grupo de trabalho que visita as unidades escolares e faz inventários sobre quais obras são prioritárias e emergenciais, com a participação de todas as nossas 91 diretorias regionais de ensino do Estado.
 
fonte: SEESP

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