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domingo, dezembro 08, 2013

Educação Inclusiva - Experiências bem-sucedidas recebem premiação em Recife

Primeira colocada na terceira edição do prêmio Experiências Educacionais Inclusivas – a Escola Aprendendo com as Diferenças, a Secretaria de Educação de Florianópolis vai poder indicar dois representantes para viagem à Espanha. No país ibérico, os catarinenses conhecerão o processo de inclusão de crianças com deficiência na educação infantil pública. A viagem terá duração de sete dias, no primeiro semestre do próximo ano. A solenidade de premiação foi realizada nesta sexta-feira, 6, em Recife.

O roteiro na Espanha e a data da viagem serão definidos pelo Ministério da Educação e pela Organização dos Estados Ibero-Americanos para Educação, Ciência e Cultura (OEI), parceiros na organização do prêmio. O segundo lugar entre as secretarias de Educação ficou com o município de Erechim (RS). O terceiro, com Governador Valadares (MG). O prêmio para será um intercâmbio de visitas entre as redes de ensino das duas cidades em 2014.

Na categoria escolas, a vencedora foi a Escola Municipal de Ensino Infantil e Fundamental Comissário Francisco Barbosa, de Maracanaú (CE). A instituição receberá R$ 10 mil. A Escola Municipal de Educação Infantil Professora Ida Venturelli Mengual, de Pontal (SP), ficou em segundo lugar e terá R$ 8 mil. A terceira colocada, Escola Municipal de Educação Infantil Irmã Consolata, de Erechim (RS), ficará com R$ 6 mil. Além do prêmio em dinheiro, as instituições de ensino receberam troféus e diplomas e realizarão visitas recíprocas de intercâmbio.

O Instituto Rodrigo Mendes, de Cotia (SP), recebeu menção honrosa. Organização sem fins lucrativos, o instituto desenvolve programas de formação para tornar a escola pública capaz de acolher toda e qualquer criança.

Retrato — De acordo com Martinha Clarete, diretora de políticas para a educação especial do Ministério da Educação, a terceira edição do prêmio revelou experiências muito significativas desenvolvidas no país, tanto de secretarias de Educação quanto de escolas, nas capitais e no interior. Na avaliação da diretora, esse retrato do ensino é uma resposta aos investimentos do governo federal na educação infantil inclusiva em áreas como formação de professores, criação de salas de recursos e acessibilidade arquitetônica.

Hoje, segundo Martinha, o Brasil conta com 60 mil matrículas de crianças com deficiência na educação infantil em classes comuns. Além disso, dois mil municípios alcançaram 100% de inclusão de crianças em creches e na educação infantil. Para ela, o desafio no próximo ano será o de fazer com que todas as redes municipais cheguem a 100% de inclusão.

MEC
Ionice Lorenzoni
Palavras-chave: educação inclusiva, experiências, prêmio

quarta-feira, setembro 18, 2013

Inscrições abertas: prêmio destaca experiências na educação inclusiva

Inscrições poderão ser feitas até o dia 12 de outubro 18 de Setembro de 2013 ,
 
Uma forma de valorizar as experiências educacionais voltadas ao processo de desenvolvimento inclusivo nas escolas públicas. O ‘III Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas – a escola aprendendo com as diferenças’ está com inscrições abertas até o dia 12 de outubro. Divido em duas categorias, o prêmio contemplará ações desenvolvidas pelas escolas, secretarias de educação e estudantes. As experiências inscritas devem ter foco na inclusão escolar de estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, em escolas públicas brasileiras.

Na Categoria 1, voltada às escolas públicas, devem ser inscritas experiências realizadas nas escolas Federais, Estaduais, Municipais e do Distrito Federal. De acordo com o regulamento, os Relatos de Experiências inscritos devem representar o processo de transformação instituído no Projeto Político Pedagógico da Escola.

Na Categoria 2, voltada às Secretarias de Educação, é destinada as experiências de gestão no âmbito Estadual, Municipal e do Distrito Federal. Os Relatos de Experiências inscritos devem representar práticas de gestão que contribuam para o desenvolvimento inclusivo dos Sistemas de Ensino.

A Categoria 3, tem foco nos estudantes das escolas públicas, e abrange experiências de estudantes do Ensino Médio e dos anos finais do Ensino Fundamental (6º ao 9º anos) das escolas públicas, que devem inscrever um Texto Narrativo elaborado a partir do tema “A escola aprendendo com as diferenças”.

Para concorrer nas Categorias 1 e 2, as experiências relatadas deverão ser encaminhadas pela direção da escola ou Secretaria de Educação, com a respectiva identificação dos responsáveis. Para concorrer na categoria 3, o texto narrativo deverá ser encaminhado pelo estudante. Caso o aluno tenha menos de 18 anos, a inscrição deverá vir acompanhada da declaração preenchida e assinada por seu responsável legal. O modelo de declaração está presente no anexo do regulamento.

Confira o regulamento completo e inscreva-se pelo site http://peei.mec.gov.br.

O ‘III Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas - a escola aprendendo com as diferenças’ é uma iniciativa do Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão – MEC/SECADI, em conjunto com a Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura – OEI, com apoio do Conselho Nacional dos Secretários de Educação e da União Nacional dos Dirigentes Municipais
 
Fonte:
Secretaria da Educação MG

terça-feira, julho 03, 2012

Educadores discutem políticas de inclusão e recebem prêmios

do MEC
 
Com entrega de prêmios para escolas, secretarias de educação e estudantes de educação básica e ensino médio, teve início nesta segunda-feira, 2, o 7º Seminário do Programa Educação Inclusiva: Direito à Diversidade. A promoção é da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação, e o evento prosseguirá até quarta-feira, 4, em Brasília. O encontro reúne os coordenadores dos 166 municípios-polo do programa, dirigentes das secretarias de educação estaduais, municipais e do Distrito Federal e escolas.

O programa Educação Inclusiva: Direito à Diversidade, criado em 2003, atua na formação de gestores e educadores para construção de sistemas educacionais inclusivos. O seminário oferece aos participantes a oportunidade de debater e compartilhar experiências sobre o desenvolvimento de políticas públicas voltadas à valorização da diversidade, promoção dos direitos humanos, sustentabilidade socioambiental e inclusão.

De acordo com a secretária da Secadi, Cláudia Dutra, a abrangência do programa está sendo ampliada, deixando de tratar apenas da inclusão do estudante com deficiência. “No décimo ano do Programa Educação Inclusiva: Direito à Diversidade, vamos expandir o programa para a educação escolar indígena, educação quilombola, educação de jovens e adultos, educação do campo, educação ambiental, educação em direitos humanos, educação para as relações étnico-raciais e educação especial, na perspectiva da educação inclusiva”, disse.

Prêmios – No seminário foi realizada a cerimônia de entrega do 2º Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas: A Escola Aprendendo com a Diferença. O prêmio recebeu mais de 780 inscrições e selecionou três experiências nas categorias Escolas Públicas e Secretarias de Educação, além de seis vencedores na categoria Estudantes de Escolas Públicas – três para os anos finais da educação básica e três para o ensino médio.

A Escola de Ensino Fundamental em Tempo Integral professora Claudecy Bispo dos Santos, de Arapiraca (AL) foi a primeira colocada; em segundo lugar, foi premiada a Escola Municipal de Ensino Fundamental José Dantas Sobrinho de Maracanaú (CE), e em terceiro, a Escola Municipal de Ensino Fundamental Taufik Germano, de Cachoeira do Sul (RS).

As secretarias de educação selecionadas foram a de Ipixuna (PA), Floriano (PI) e Poços de Caldas (MG). A Creche Criança Feliz, de Marília (SP), recebeu menção honrosa pela experiência inclusiva de educação infantil.

Os textos narrativos selecionados e seus respectivos autores foram: Sou cega, e daí?, de Suellen Oliveira dos Santos, da Escola Núcleo Municipal Getúlio Vargas, de Curitibanos (SC); Aqui aprendemos com as diferenças, de Merilena Alves de Lima Bueno, da Escola de Educação Básica Luiz Davet, de Major Vieira (SC); Inclusão: Ensinando e aprendendo com as diferenças, de Keyves Siqueira Silva, da Escola Estadual de Ensino Fundamental Escritor Alceu Amoroso Lima, de Campina Grande (PB); A escola aprendendo com as diferenças, de Anicler Santana Balbino, do Colégio Estadual Eleodoro Ébano Pereira, de Cascavel (PR); Minha escola me aceita, de Francisco Yuri Carvalho Barboza, da Escola de Ensino Médio Ana Facó, de Beberibe (CE), e Apenas um detalhe, de Luiz Gustavo Sincaruk Vieira, da Escola Estadual João Adorno Vassão, de Juquiá (SP).

Inserido no programa desde 2005, o município piauiense de Floriano investiu na questão da acessibilidade das escolas e na formação de professores. O resultado foi um aumento nas matrículas de estudantes na educação especial, passando de quatro estudantes no início do programa para 260, de acordo com o censo escolar de 2011. O município conta com seis salas de recursos multifuncionais e dez professoras para atendimento especializado.

Para a coordenadora de educação inclusiva do município, Raimunda Ferreira Paiva Neta, a educação inclusiva não beneficia apenas o estudante. “O estudante é atendido dentro do seu jeito de ser e a escola acolhe esse aluno e procura se organizar para incluí-lo. Melhoramos a formação do professor, trabalhamos com os pais e com os outros alunos”, explicou.

Assessoria de Comunicação Social MEC

Palavras-chave: educação especial, educação inclusiva, diversidade, seminário

sexta-feira, dezembro 16, 2011

Inscrição de experiências tem prazo prorrogado até março

Escolas públicas de educação básica, secretarias de educação e estudantes têm agora mais tempo para fazer a inscrição no prêmio Experiências Educacionais Inclusivas: a Escola Aprendendo com as Diferenças. O prazo, que expiraria no dia 31 próximo, foi estendido até 16 de março de 2012.

Nesta nova edição, serão premiados três trabalhos de escolas, três de secretarias de educação, três de estudantes dos anos finais do ensino fundamental e três de alunos de qualquer série do ensino médio. Um projeto desenvolvido em escola da educação infantil receberá menção honrosa.

De acordo com a diretora de políticas de educação especial da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (Secadi) do Ministério da Educação, Martinha Clarete Dutra, com a inclusão das redes e dos estudantes, o prêmio ficou mais abrangente. As escolas devem relatar o trabalho pedagógico desenvolvido, enquanto as redes abordarão inovações de gestão. Aos estudantes caberá apresentar texto narrativo ou dissertativo sobre o tema do prêmio.

Conforme o regulamento, na categoria escolas serão distribuídos R$ 10 mil para a primeira colocada; R$ 8 mil para a segunda e R$ 6 mil para a terceira, além de troféus, visitas de intercâmbio e apresentação da experiência no seminário nacional Educação Inclusiva: Direito à Diversidade, que será realizado no próximo ano, em Brasília.

Na categoria secretarias de educação, as três vencedoras receberão troféus, terão direito a visitas de intercâmbio a outras redes premiadas, a bolsas de estudo para curso de educação inclusiva e espaço para apresentação da experiência no seminário.

Na categoria estudantes, os três primeiros colocados dos anos finais do ensino fundamental e os três do ensino médio receberão troféus, diplomas, computadores portáteis (notebook), além de passeio turístico em Brasília.

O prêmio tem como propósito promover, difundir e valorizar experiências escolares inovadoras e efetivas de inclusão escolar de estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. A Secadi promove o prêmio em conjunto com a Organização dos Estados Ibero-Americanos para Educação, Ciência e Cultura (OEI). Apoiam a iniciativa o Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). O patrocínio é da Fundação Mapfre.

Ionice Lorenzoni
MEC

Confira o regulamento do prêmio.

Ouça áudio com Martinha Clarete Dutra, diretora de políticas de educação especial do MEC

Palavras-chave: educação inclusiva, experiências, prêmio

quarta-feira, setembro 21, 2011

II Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas

O Ministério da Educação - MEC por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão - MEC/SECADI, em conjunto com a Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura - OEI, com apoio do CONSED e da UNDIME e patrocínio da Fundação MAPFRE, instituiu o Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas - a escola aprendendo com as diferenças por meio da Portaria nº 1.246, de 15 de setembro de 2011, publicada no Diário Oficial da União de 16 de setembro de 2011.

Em sua primeira edição, o Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas - a escola aprendendo com as diferenças, objetivou a identificação e valorização de experiências significativas para o processo de desenvolvimento inclusivo das escolas públicas brasileiras. Nesta oportunidade, foram inscritas 713 experiências, de mais de 420 municípios de todas as Unidades Federadas, das cinco regiões do país.

O II Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas - a escola aprendendo com as diferenças mantêm como objetivos promover, difundir e valorizar experiências escolares inovadoras e efetivas de inclusão escolar de estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, realizadas por gestores, educadores, professores, estudantes.

No II Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas - a escola aprendendo com as diferenças serão premiados Relatos de Experiências das escolas públicas de educação básica e das secretarias de educação, além de Textos Narrativos produzidos por estudantes dos anos finais do ensino fundamental e do ensino médio, matriculados em escolas públicas brasileiras. Será, também, concedida Menção Honrosa à experiência inclusiva de educação infantil que se destacar.

PERGUNTAS FREQUENTES


1) Quais são as principais mudanças da segunda edição em relação à primeira?

O II Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas - a escola aprendendo com as diferenças é constituído por 03 (três) categorias e 01 (uma) Menção Honrosa:

  • Categoria 1 - Escolas Públicas - Abrange experiências realizadas nas escolas Federais, Estaduais, Municipais e do Distrito Federal. Os Relatos de Experiências inscritos devem representar o processo de transformação instituído no Projeto Político Pedagógico da Escola.
  • Categoria 2 - Secretarias de Educação - Abrange experiências de gestão no âmbito Estadual, Municipal e do Distrito Federal. Os Relatos de Experiências inscritos devem representar práticas de gestão que contribuam para o desenvolvimento inclusivo dos Sistemas de Ensino.
  • Categoria 3 - Estudantes de Escolas Públicas - Abrange experiências de estudantes do Ensino Médio e dos anos finais do Ensino Fundamental das escolas públicas, que devem inscrever um Texto Narrativo elaborado a partir do tema "A escola aprendendo com as diferenças".
Parágrafo único. A Menção Honrosa será concedida a 01 (um) Relato de Experiência de Educação Infantil referente às categorias 1 ou 2.

2) Qual o período das inscrições?


O período de inscrições inicia-se em 21 de setembro de 2011 e se encerra em 31 de dezembro de 2011.

3) Depois de enviada, posso alterar a experiência da minha escola?

Não. As Experiências, uma vez encaminhadas, não poderão ser alteradas.

4) Quais os critérios de avaliação das experiências?

De acordo com o artigo 15 do Regulamento, os critérios de avaliação das experiências serão os seguintes: 
Categorias 1 e 2 

a) Apresentar coerência entre os objetivos e os resultados alcançados;
b) Apresentar uma experiência coletiva e colaborativa;
c) Apresentar o Projeto Político Pedagógico - PPP da escola na perspectiva da educação inclusiva;
d) Abordar a promoção de acessibilidade na escola;
e) Abordar a participação da família e da comunidade;
f) Abordar a articulação intersetorial das políticas públicas e os demais serviços da comunidade;
g) Abordar estratégias pedagógicas do Atendimento Educacional Especializado - AEE;
h) Abordar estratégias pedagógicas da sala de aula comum;
i) Abordar estratégias de gestão escolar. 
Categoria 3
a) Apresentar Texto Narrativo;
b) Abordar, na criação do enredo, o tema "A escola aprendendo com as diferenças";
c) Apresentar coerência e coesão.
 
Parágrafo único. Para a concessão da Menção Honrosa serão considerados os critérios estabelecidos para a seleção dos Relatos de Experiências referentes às categorias 1 e 2.

5) Como vou saber se a minha experiência foi selecionada para a fase final?


A Comissão Organizadora informará até 30 de abril de 2012, pela imprensa, pelo sítio http://peei.mec.gov.br e pelos sítios do Ministério da Educação - MEC http://www.mec.gov.br e Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura - OEI http://www.oei.org.br os 12 (doze) Relatos de Experiências e/ou Textos Narrativos que serão premiados.

6) Quantas experiências posso inscrever?

Cada escola, Secretaria de Educação ou estudante poderá inscrever um Relato de Experiência ou um Texto Narrativo em uma das categorias especificadas.

7) Quem faz o prêmio Experiências Educacionais Inclusivas - A Escola Aprendendo com as Diferenças?

A coordenação e execução do II Prêmio EXPERIÊNCIAS EDUCACIONAIS INCLUSIVAS - A ESCOLA APRENDENDO COM AS DIFERENÇAS estão a cargo do Ministério da Educação - Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão - MEC/SECADI, em conjunto com a Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura - OEI e a Fundação MAPFRE. A execução e o patrocínio contam com o apoio do Conselho Nacional de Secretários de Educação - CONSED e da União Nacional dos Dirigentes Municipais - UNDIME. 

terça-feira, maio 25, 2010

MEC - Escolas recebem prêmio por incluir aluno com deficiência

Terça-feira, 25 de maio de 2010 - 10:26
Cinco escolas, uma de cada região brasileira, foram premiadas na noite de segunda-feira, 24, por desenvolver práticas de inclusão de estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação. A entrega do prêmio Experiências Educacionais Inclusivas fez parte da abertura do seminário internacional A Escola Aprendendo com as Diferenças, que vai até quinta-feira, dia 27, em Brasília.

“Sempre que falamos em aferir a qualidade da educação, pensamos em exames de proficiência, mas esquecemos que a avaliação de uma escola também deve ser medida pela capacidade de formar cidadãos plenos”, disse o ministro da Educação, Fernando Haddad. Segundo ele, as escolas devem ensinar, acima de tudo, o convívio harmonioso entre as crianças e jovens, baseado no respeito mútuo. “Todos se beneficiam com a inclusão.”

Haddad destacou os programas do Ministério da Educação que dão condições às escolas regulares de receber alunos com deficiência, como a implantação de salas de recursos multifuncionais, que reforçam o aprendizado de acordo com as peculiaridades de cada estudante. O ministro citou, também, a contagem de dupla matrícula no Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) para as escolas regulares que oferecem atendimento especializado no turno oposto ao das aulas. “As ações já se refletem no censo escolar, que registrou número maior de matrículas de alunos com deficiência nas escolas regulares do que nas especializadas”, ressaltou.

O prêmio Experiências Educacionais Inclusivas recebeu 713 inscrições, oriundas de 420 municípios de todos os estados. Os vencedores apresentarão as experiências durante o seminário e em publicação conjunta da Organização dos Estados Ibero-americanos para Educação, Ciência e Cultura (OEI) e da Secretaria de Educação Especial (Seesp) do MEC.

Para o secretário-geral da OEI, Álvaro Marchesi, as experiências das escolas precisam ser compartilhadas com outros países. “Precisamos aprender juntos para, juntos, transformar a sociedade, que precisa de bons exemplos”, afirmou.

Além das cinco vencedoras, 11 escolas foram homenageadas e uma, de educação infantil, recebeu menção honrosa. O prêmio também tem o apoio do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), da União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e da Fundação Mapfre.

Assessoria de Comunicação Social

 

terça-feira, maio 18, 2010

Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas - Melhores práticas inclusivas serão apresentadas em evento

Terça-feira, 18 de maio de 2010 - 18:24 
 
Os vencedores do Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas serão conhecidos na próxima segunda-feira, 24, em Brasília, na abertura do seminário internacional A Escola Aprendendo com as Diferenças. Instituído pelo Ministério da Educação, em conjunto com a Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI), o prêmio tem o objetivo de dar maior visibilidade e valorizar o trabalho de educadores e gestores que promovem o desenvolvimento inclusivo da escola.

O prêmio recebeu 713 inscrições, de 420 municípios de todos os estados, nas cinco regiões do país. As escolas premiadas participarão de intercâmbio com as demais, apresentarão suas experiências durante a programação do seminário e em publicação conjunta da OEI e da Secretaria de Educação Especial (Seesp) do MEC.

As experiências dessas escolas contribuem para o avanço na implementação da educação inclusiva e para a transformação das escolas brasileiras, ao eliminar barreiras que impedem o acesso, a participação e a aprendizagem de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades.

O prêmio conta com o apoio do Conselho Nacional dos Secretários de Educação (Consed), União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação e Fundação Mapfre.

Assessoria de Comunicação Social

Confira as escolas finalistas e vencedoras.
MEC

domingo, janeiro 03, 2010

Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas


GUIA DE APRESENTAÇÃO

Clique aqui e faça download do documento de reflexão.

Com o objetivo de subsidiar uma auto-avaliação das escolas e de suas experiências de inclusão de alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, público-alvo da educação especial, a Secretaria de Educação Especial do Ministério da Educação disponibiliza o Guia para a Reflexão e Avaliação de Experiências Educacionais Inclusivas, o qual contém diversos indicadores para serem analisados pelas equipes das escolas.

Item

Conteúdo

1. Apresentação
· Como surgiu; qual a realidade ou desafio que foi enfrentado, por que se optou por realizar a experiência; apoios recebidos.
2. Equipe de trabalho
· Número de pessoas envolvidas na experiência.
· Descrição das suas funções dentro da escola.
· Descrição da sua participação no desenvolvimento da experiência.

3. População beneficiada
· Alunos beneficiados com a experiência, público-alvo da educação especial e demais.
4. Objetivo geral da experiência
· Qual resultado a ser alcançado, em termos gerais, com o desenvolvimento da experiência?
5. Descrição detalhada do desenvolvimento da experiência
· Fases ou etapas.
· Embasamento teórico que orientou o trabalho.
· Metodologia geral de trabalho.
· Breve descrição das atividades realizadas, dos materiais e recursos elaborados e/ou utilizados.
· Momentos significativos durante o processo.
· Avanços identificados ao longo da experiência(alunos, gestão e comunidade)
· Mudanças importantes durante o processo de trabalho.
· Valores desenvolvidos na comunidade escolar.
· Outras características do desenvolvimento da experiência.

6. Resultados
· Identificação e avaliação dos principais resultados, exemplos específicos dos efeitos positivos da experiência e comentários gerais.
7. Avaliação
· Identificação e avaliação dos principais desafios apresentados e das estratégias para superá-los, indicadores quantitativos e/ou qualitativos da experiência.
8. Considerações Finais
· Conclusões gerais da experiência realizada.
9. Referências Bibliográficas
· Citar fontes/ referências utilizadas.




MEC

terça-feira, novembro 10, 2009

Projetos de inclusão de alunos com deficiência terão prêmios

Terça-feira, 10 de novembro de 2009 - 15:39
Boas práticas de inclusão dos alunos com deficiência nas classes regulares das escolas públicas poderão ser premiadas. A Secretaria de Educação Especial (Seesp) do Ministério da Educação, em parceria com a Organização dos Estados Ibero-americanos (OEI), lança nesta quarta-feira, 11, o Prêmio Experiências Educacionais Inclusivas – A escola aprendendo com as diferenças.

A solenidade será no auditório do edifício sede do MEC, às 8h30. O objetivo do prêmio é valorizar e dar visibilidade ao trabalho feito pela comunidade escolar a favor da melhoria da educação inclusiva. Segundo dados do censo da educação básica, 54% das matrículas dos alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades e superdotação se dá em classes comuns do ensino regular. Destas, 63% são da rede pública.

O prêmio vai contemplar cinco experiências, uma de cada região do país, desenvolvidas por diretores, professores, pais, alunos ou comunidade. Haverá, ainda, menção honrosa para trabalhos na educação infantil. A comissão julgadora será composta por dez especialistas.

As inscrições serão feitas no período de 16 de novembro de 2009 a 12 de março de 2010. A análise das experiências vai até o dia 30 de abril de 2010. A cerimônia de premiação será durante o VI Seminário Nacional do Programa Educação Inclusiva: direito à diversidade, que será realizado em maio de 2010.

Assessoria de Comunicação Social
MEC 

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