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quinta-feira, maio 16, 2013

SP - Educação Inclusiva: alunos e professores terão mais apoio em sala de aula

A Secretaria Municipal de Educação vai aumentar em 50% o número de estagiários que atuam junto aos professores que atendem alunos com deficiência e Transtorno Global do Desenvolvimento - TGD matriculados na Rede Municipal de Ensino de São Paulo. Hoje, a rede tem 1.430 estagiários e serão contratados outros 718. A medida responde aos apontamentos feitos pelos profissionais da Educação municipal da capital, durante das Jornadas Pedagógicas, para os efetivos avanços no atendimento aos estudantes com necessidades educacionais especiais matriculados na rede.

Além disso, a Secretaria também contratará mais 108 Auxiliares de Vida Escolar (AVEs), que se somarão aos 713 que já atuam na rede. O objetivo é assegurar a esses alunos a plena participação nas atividades desenvolvidas nas Unidades Educacionais em igualdade de condições com os demais colegas. A medida responde ainda ao aumento no número de crianças, jovens e adultos com deficiência atendidos nas escolas municipais. A Educação Inclusiva oferecida por SME é considerada uma referência educacional do país e atende, atualmente, 17.008 estudantes com algum tipo de deficiência.

Os estagiários devem cursar Pedagogia. Sua atuação é o de auxiliar o professor e/ou dar assistência nos atos de vida escolar, tais como atividades curriculares, recreativas, extraclasse e outras de caráter pedagógico que se fizerem necessárias para a participação ativa do aluno na rotina escolar.

AVEs – Já os Auxiliares de Vida Escolar (AVEs) serão selecionados nas comunidades nas quais estão instaladas as escolas. Seu papel é o de dar suporte aos alunos que não apresentam autonomia para higiene, alimentação e locomoção, garantindo que esses estudantes possam acompanhar as atividades desenvolvidas. Cada AVE atende a média de 4 estudantes por período escolar, dependendo do tipo de deficiência de cada um.

Os auxiliares têm formação inicial de 76 horas, dada pela Sociedade Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM), e passam por capacitação sistematicamente. Seu trabalho é supervisionado quinzenalmente por equipes multidisciplinares que atuam junto às 13 Diretorias Regionais de Educação (DREs). Formada por 48 profissionais, têm em seu corpo técnico fonoaudiólogos, psicólogos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas e terapeutas ocupacionais. Em breve, psicopedagogos também devem se juntar a esses profissionais.

Eles fazem a avaliação e o acompanhamento dos alunos e apoiam as famílias e equipes escolares. Essa equipe promove também encontros com pais e profissionais da Educação para oferecer informações importantes para a qualidade de vida de cada estudante com deficiência. O grupo faz ainda a regulação com os serviços de saúde, estabelecendo a ponte entre as famílias e esses serviços, para garantir a continuidade dos atendimentos necessários ao pleno desenvolvimento dos alunos.
 
Fonte:
Notícia da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo

segunda-feira, julho 18, 2011

SP Programa Inclui promove curso inédito para pais

Entre os dias 11 e 15 de julho, o Inclui - maior e mais completo programa de inclusão do País, criado pela Secretaria Municipal de Educação de São Paulo em setembro de 2010 – deu mais um passo na caminhada por uma escola mais adaptada e acolhedora, que oferece Educação de qualidade para todos.

Durante cinco dias, foram providos encontros inéditos com pais e familiares dos alunos com necessidades Educacionais Especiais (NEE) em cada uma das 13 Diretorias Regionais de Educação (DRE) da cidade. Os encontros apresentaram as diferentes etapas de atendimento a esses alunos e a forma como ocorre a evolução escolar. Os pais também puderam aprender sobre os cuidados adequados que devem ter os deficientes e conhecer a atuação dos Auxiliares de Vida Escolar (AVEs), profissionais que acompanham os alunos com deficiências severas, que não têm autonomia para alimentar-se, fazer a própria higiene e locomover-se.


A formação foi realizada pelos os profissionais da saúde que integram a equipe multidisciplinar em cada região da cidade. Esse grupo faz parte do Rede – um dos sete projetos do Programa Inclui –, desenvolvido em parceria com a Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM).


A equipe, que trabalha em conjunto com os Centros de Formação e Acompanhamento à Inclusão (CEFAIs) das DREs, conta com médicos, fonoaudiólogos, psicólogos, enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais e outros especialistas. Além de fazer a avaliação e acompanhamento dos alunos, eles fazem a regulação com os serviços de saúde, fazendo a ponte entre as famílias e esses serviços, para garantir a continuidade dos atendimentos necessários ao pleno desenvolvimento das crianças e jovens.


Nesta primeira rodada de encontros, a idéia foi compor grupos menores, para que o curso se tornasse uma espécie de roda de conversa, deixando os participantes mais a vontade para fazerem perguntas, tirarem dúvidas e exporem seus casos. Para Silvana Drago, coordenadora do inclui, a iniciativa de reunir pais e familiares e profissionais é muito importante. “É uma excelente forma de melhorar ainda mais a relação entre casa e escola, beneficiando ainda mais essas crianças e jovens que estudam nas escolas municipais.” Em cada diretoria regional, os CEFAIs convidaram cerca de 40 pais para a formação, priorizando os casos mais severos e as famílias que mais necessitavam de esclarecimentos.

É o caso do vendedor José Ailton Costa, pai de Solaine Vitoria Soares. A criança foi adotada há cerca de 7 meses e estuda há 3 na Escola Municipal de Educação Infantil (EMEI) Afonso Sardinha, em Pirituba. Além de adaptarem a casa para receber Solaine, que aos 4 anos ainda não teve a deficiência diagnosticada com precisão, José e sua esposa também estão aprendendo a melhor forma de cuidar dela e para ele o curso fará toda a diferença. “Esse tipo de ação é muito importante, principalmente para pessoas como nós, que nunca tivemos contato com deficientes”, diz. “É tudo novo e precisamos dessa orientação profissional. Na escola sabemos que ela tem todo o apoio que precisa, mas em casa ela também precisa se sentir bem. Saio daqui mais confiante.”


Ana Suzi Pereira, que, como José, participou do encontro na DRE Pirituba, ficou mais confiante com as informações que recebeu. “Senti segurança em tudo que ouvi, o que me faz ficar mais segura também e isso faz toda a diferença para os nossos filhos. Estou super feliz com essa chance!”, completa a mãe da menina Ana Carolina Pereira, 10 anos, que estuda na EMEF City Jaraguá IV, no Jaraguá.


A fisioterapeuta Ana Beatriz Silva Lima, que integra a equipe multidisciplinar que atende a região fez questão de destacar a importância dos pais caminharem com a escola no desenvolvimento dos alunos com necessidades especiais. “Os pais e as pessoas que cercam essas crianças e jovens também fazem parte do nosso trabalho. Na verdade, são fundamentais. Por isso, também damos dicas para que cuidem bem de seus corpos e do bem-estar.”

Além das explicações, todos os participantes receberam a Cartilha de Orientação aos Pais – Projeto Rede/Programa Inclui, desenvolvida pela Secretaria Municipal de Educação e pela SPDM (clique
AQUI para fazer o download) No documento está todo o conteúdo do curso e outras dicas importantes para o dia-a-dia dos pais e alunos.

Programa Inclui - Hoje, mais de 15,5 mil crianças, adolescentes, jovens e adultos com algum tipo de deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação são atendidos. Nos últimos cinco anos, mais de 25 mil educadores passaram por formação e cerca de mil estudantes de Pedagogia apóiam os professores em sala de aula. Além disso, 491 Auxiliares de Vida Escolar (AVE) acompanham mais de 1370 alunos com deficiências severas, que não têm autonomia para alimentar-se, fazer a própria higiene e locomover-se.


Outra novidade é a ampliação do apoio pedagógico especializado. Serão criadas pelo menos mais 64 novas Salas de Apoio e Acompanhamento à Inclusão (SAAIs) nas escolas regulares, além das 336 já existentes. É preciso também garantir acessibilidade ao currículo. Hoje já existem diversos materiais próprios para alunos com deficiências. E para dar tranquilidade às famílias e conforto aos alunos, o Transporte Escolar Gratuito Acessível (TEG Acessível) também foi ampliado e hoje conta com mais de 190 veículos adaptados circulando pela capital. 
 
PORTAL DA SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE SÃO PAULO 

sexta-feira, julho 08, 2011

SP Pais de alunos com necessidades especiais participam do Inclui

A partir desta segunda (11), e durante toda a semana, vários encontros nas 13 Diretorias Regionais de Educação (DREs) vão reunir equipes multidisciplinares do Programa Inclui e pais de alunos portadores de necessidades educacionais especiais que estudam na Rede Municipal de ensino. Além de serem informados sobre a evolução escolar de seus filhos, os pais vão tirar dúvidas sobre o programa e a atuação dos Auxiliares de Vida Escolar (AVEs), profissionais que acompanham os alunos com deficiências severas e que não têm autonomia para alimentar-se, fazer a própria higiene e locomover-se.

Os encontros devem reunir psicólogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, além de psiquiatras, fisiatras e assistentes sociais da Sociedade Paulista para o Desenvolvimento da Medicina (SPDM). Na oportunidade, serão mostrados diferentes instrumentos utilizados na avaliação dos alunos. O primeiro é o teste de Denver, que avalia o comportamento motor, contato social e a linguagem da criança. O outro é um mini-exame de estado mental. Ambos já são aplicados nas escolas municipais. Segundo Patrícia Tanoue Peres, coordenadora do projeto Rede – a frente de trabalho do Inlcui que envolve a atuação das equipes multidisciplinares nas escolas -, a partir do conhecimento dessas ferramentas, os pais poderão entender os diferentes tipos de apoio que devem ser dados aos seus filhos.


Ela dá o exemplo de uma criança que ainda não tem autonomia, mas que tem identificada sua capacidade de pegar um copo para tomar água sozinha. “Nestes casos podemos pedir à mãe que não faça pela criança, mas com ela.” Para ela, toda criança com necessidades especiais apresenta restrições, dificuldades, limitações e, por conta disso, precisa ser entendida. Uma das maneiras, propõe, é fazer uma conta de subtração. “O que sobra é o potencial funcional residual dela, ou seja, suas capacidades”, explica. Segundo Patrícia, o desenvolvimento depende de fatores internos da criança – o potencial residual – e externos, que compreendem as relações, que se dão principalmente na escola e em casa. “Essas relações com o meio são determinantes para o sucesso do processo de inclusão.”


08/07/2011 - 16:25
Portal da Secretaria Municipal de Educação de São Paulo

segunda-feira, fevereiro 07, 2011

Auxiliares ajudam alunos com deficiência nas escolas de SP

Com o início das aulas na rede municipal de ensino de São Paulo nesta segunda-feira, a Secretaria Municipal de Educação informou que 409 auxiliares de vida escolar (AVE) iniciaram as atividades para auxiliar os alunos com deficiência física e autismo. A equipe integra o projeto Inclui, que tem por objetivo ampliar o atendimento às crianças e jovens com necessidades educacionais especiais.
De acordo com a secretaria, os profissionais vão apoiar os alunos que não têm autonomia para alimentar-se, fazer a própria higiene e locomover-se em decorrência de deficiência física ou autismo. Ainda no primeiro semestre, o número de auxiliares deve chegar a 500, segundo a secretaria.
A rede municipal de ensino também vai contar com mil estagiários de Pedagogia. Segundo a secretaria, eles vão auxiliar os professores em turmas que têm um ou mais alunos com necessidades educacionais especiais.
A capital paulista tem a maior rede municipal de ensino do País, com cerca de 3 mil escolas, onde estudam pelo menos 1,1 milhão de alunos. 

Terra

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