Análise das solicitações de atendimento especializado está disponível na Página do Participante. Interessados em interpor recurso podem fazê-lo até as 23h59 de domingo (12/6).
Está disponível, na Página do Participante, o resultado das solicitações de atendimento especializado no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2022, nas versões impressa e digital. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgou a análise dos documentos comprobatórios nesta terça-feira, 7 de junho. O prazo para interpor recurso ao resultado vai até as 23h59 (horário de Brasília) do próximo domingo, 12 de junho, por meio da Página do Participante, com envio de novo documento que comprove a condição que motiva a solicitação de atendimento. O resultado dos recursos será divulgado no dia 22 do mesmo mês.
Acesse a Página do Participante
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quinta-feira, junho 09, 2022
sexta-feira, junho 21, 2019
Educação especial - Parceria com Comitê Paralímpico oferece curso para professores
O Ministério da Educação (MEC) oferece curso de capacitação a professores de Educação Física para pessoas com deficiência. O trabalho é resultado de uma parceria com o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). A expectativa do MEC é de 100 mil professores formados pelo curso até 2025.
O objetivo é estimular o esporte como método educacional no desenvolvimento integral dos alunos.
O objetivo é estimular o esporte como método educacional no desenvolvimento integral dos alunos.
O curso, denominado “Movimento Paralímpico: fundamentos básicos do esporte”, tem duração de 40 horas. A capacitação é dividida em quatro módulos e oferece as seguintes informações:
- história dos esportes paraolímpicos;
- principais regras de cada modalidade;
- entrevistas com atletas brasileiros.
Ao final, o professor recebe sugestões de atividades práticas para aulas. O curso é gratuito e está disponível na plataforma de ensino a distância do MEC, o Avamec. Dessa forma, o professor pode acessar o conteúdo a qualquer hora, pelo computador, celular ou tablet.
O início do curso é imediato: basta escolher uma das turmas. Aqueles que cumprirem todas as etapas em até 60 dias ganham um certificado.
A inscrição pode ser feita aqui.
O início do curso é imediato: basta escolher uma das turmas. Aqueles que cumprirem todas as etapas em até 60 dias ganham um certificado.
A inscrição pode ser feita aqui.
fonte: MEC
Sobre:
Deficiência,
Deficiência Física,
Esporte
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sábado, dezembro 09, 2017
SÃO PAULO - Deliberação CEE nº 149/2016 - Normas para a Educação Especial
DELIBERAÇÃO CEE N° 149/2016 - Estabelece normas para a educação especial no sistema estadual de ensino
O Conselho Estadual de Educação, no uso das atribuições que lhe confere a Lei Estadual no 10.403/71, e com fundamento na Constituição Federal, na Lei no 9.394, de 20/12/96, e demais Leis e Normas, especialmente a Indicação CEE no 155/2016,
DELIBERA:
Art. 1o A educação especial é modalidade que integra a educação regular em todos os níveis, etapas e modalidades de ensino e deverá assegurar recursos e serviços educacionais, organizados institucionalmente para apoiar, complementar e suplementar o ensino regular, com o objetivo de garantir a educação escolar e promover o desenvolvimento das potencialidades dos educandos com deficiência física, intelectual, sensorial ou múltipla, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação.
Art. 2o A educação especial deve ter início na educação infantil ou em qualquer fase da escolaridade em que se fizer necessária.
Art. 3o O atendimento educacional dos alunos de que trata esta Deliberação deve ocorrer, preferencialmente, na rede regular de ensino.
§ 1o As escolas que integram o sistema estadual de ensino deverão efetivar a matrícula no ensino regular dos alunos de que trata a presente Deliberação.
§ 2o As escolas que integram o sistema estadual de ensino organizar-se-ão para o atendimento desses educandos, de modo a propiciar condições necessárias a uma educação de qualidade para todos, recomendando-se intercâmbio e cooperação entre as escolas, sempre que possam proporcionar o aprimoramento dessas condições.
Art. 4o As escolas que integram o sistema estadual de ensino, com a colaboração do Estado, da família e da sociedade, deverão:
I – efetuar a distribuição ponderada dos alunos da educação especial pelas várias classes da fase escolar em que forem classificados, buscando a adequação entre idade e série/ano;
II – implementar flexibilizações curriculares que considerem metodologias de ensino diversificadas e recursos didáticos diferenciados para o desenvolvimento de cada aluno da educação especial, em consonância com o projeto pedagógico da escola;
III – manter professores com formação adequada e compatível para o atendimento especializado dos alunos da educação especial;
IV – realizar o aprofundamento e enriquecimento curricular com o propósito de favorecer o desenvolvimento das potencialidades dos alunos com altas habilidades ou superdotação;
V – garantir a presença de intérpretes da Libras e guias-intérpretes, sempre que necessário;
VI – garantir, sempre que necessário, a presença de cuidadores – atendente pessoal, profissional de apoio escolar e acompanhante – ou de profissionais de apoio escolar, para atendimento individual ou não, em atuação colaborativa com o professor da classe regular;
VII – dar sustentabilidade ao processo escolar, mediante aprendizagem cooperativa em sala de aula, trabalho de equipe na escola e constituição de redes de apoio com a participação da família e de outros agentes da comunidade no processo educativo;
VIII – manter atividades de preparação e formação para o trabalho e atividades nas diferentes línguas e nas várias linguagens artísticas e culturais;
IX – garantir apoios pedagógicos, tais como:
a) oferta de apoios didático-pedagógicos necessários à aprendizagem, à comunicação, com utilização de linguagens e códigos aplicáveis;
b) atendimento educacional especializado em sala de recursos na escola onde o aluno frequenta, em outras escolas ou em instituição que ofereça o atendimento em sala de recursos no contraturno de sua frequência na sala regular com a utilização de procedimentos, equipamentos e materiais próprios, por meio da atuação de professor especializado para orientação, complementação ou suplementação das atividades curriculares, em período diverso da classe comum em que o aluno estiver matriculado;
c) atendimento itinerante de professor especializado que, em atuação colaborativa com os professores das classes comuns, assistirá os alunos que não puderem contar, em seu processo de escolarização, com o apoio da sala de recursos ou instituição especializada.
Art. 5o Para atender às disposições da presente Deliberação, as escolas que integram o sistema estadual de ensino não poderão realizar cobrança de valores adicionais como estabelecido no art. 28, § 1o da Lei Federal no 13.146, de 6 de julho de 2015.
Art. 6o Aplicam-se a esses alunos os critérios de avaliação previstos na Proposta Pedagógica e estabelecidos nas respectivas normas regimentais, acrescidos dos procedimentos de flexibilização curricular e das formas alternativas de comunicação e adaptação dos materiais didáticos e dos ambientes físicos disponibilizados.
Parágrafo único – O previsto no caput deve ser observado também nos procedimentos de classificação e reclassificação.
Art. 7o Os alunos, de que trata esta Deliberação, poderão receber certificado de terminalidade específica, caso não consigam atingir o nível exigido para conclusão do Ensino Fundamental ou do Ensino Médio em virtude de suas deficiências.
Art. 8o A preparação profissional oferecida aos alunos, de que trata esta Deliberação, quando não apresentarem condições de se integrarem nos cursos técnicos de nível médio, poderá ser realizada, como indica o Parecer CEE 361/14, em oficinas laborais ou em outros serviços da comunidade, que contem com recursos necessários à qualificação básica e à inserção do aluno no mercado de trabalho.
Parágrafo único - A preparação para o trabalho poderá ocorrer em empresas com acompanhamento, supervisão e avaliação da escola ou entidade responsável pela educação do aluno.
Art. 9o Serão assegurados aos alunos objeto da presente Deliberação os padrões de acessibilidade, mobilidade e comunicação, na conformidade do contido nas Leis no s 10.098/00, 10.436/02, 12.764/12, 13.005/14, 13.146/15, e nos Decretos nos 5.296/04 e 6.949/09, constituindo-se o pleno atendimento em requisito para o credenciamento da instituição, autorização, reconhecimento e renovação de reconhecimento de cursos.
Art. 10 O sistema estadual de ensino, por meio das secretarias de educação ou pelas próprias escolas, promoverá atividades de orientação e de formação continuada de professores com vistas à melhoria e aprofundamento do trabalho pedagógico na área de Educação Especial.
Art. 11 As disposições necessárias ao atendimento dos alunos de que trata a presente Deliberação, inclusive nos casos de encaminhamento para instituição especializada após avaliação multiprofissional e pedagógica, deverão estar previstas no Regimento Escolar e na Proposta Pedagógica das escolas, respeitadas as normas do sistema de ensino e da LDB.
Parágrafo único – As alterações no Regimento Escolar poderão ser realizadas para o ano de 2018, após definição na Proposta Pedagógica a ser realizada por meio de momentos de formação ao longo do ano letivo.
Art. 12 Esta Deliberação entra em vigor na data da publicação de sua homologação, revogando-se a Deliberação CEE nº 68/2007 e disposições em contrário.
Publicado no DOE de 01/12/2016 Seção I - Página 53
segunda-feira, outubro 24, 2016
MG Educação Especial com inclusão - Cartilhas divulgam normas, diretrizes e orientações sobre Atendimento Educacional Especializado (AEE)
A Secretaria de Estado de Educação de Minas Gerais está disponibilizando a partir de hoje (24/10/2016), neste site, as novas edições as cartilhas “A Educação Especial na Perspectiva Inclusiva” e “Atendimento ao Estudante com Deficiência Visual e Surdocegueira”. As publicações têm o propósito de esclarecer sobre políticas públicas direcionadas para a educação básica com foco na educação inclusiva e no princípio de que todos têm o direito de acesso ao conhecimento, sem nenhuma forma de discriminação.
A cartilha “A Educação Especial na Perspectiva Inclusiva” apresenta as principais normas, diretrizes e orientações sobre o Atendimento Educacional Especializado (AEE), facilitando e ampliando a compreensão dos direitos e atendimentos oferecidos aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, na rede estadual de Minas Gerais.
Matrículas de estudantes com necessidades especiais não podem ser negadas, devendo os pais ou responsáveis fazer o cadastro escolar, garantindo a oferta da vaga na escola mais próxima à sua residência, como mostra o material. O cadastramento permite a organização prévia da distribuição das vagas de forma que os estudantes recebam com presteza os recursos de acessibilidade necessários.
Além da matrícula na etapa de ensino correspondente à idade, os estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento ou altas habilidades/superdotação têm direito à matrícula no Atendimento Educacional Especializado (AEE), no turno inverso ao da sua escolaridade.
Para atendimento adequado ao estudante matriculado, a escola deve elaborar o Plano de Desenvolvimento Individual (PDI), no qual fundamenta o processo educacional do estudante, suas habilidades, dificuldades, competências e as suas necessidades de recursos de acessibilidade.
O AEE tem função complementar ou suplementar à formação dos estudantes por meio da disponibilização de serviços, recursos de acessibilidade e estratégias que eliminem barreiras para sua plena participação na sociedade e desenvolvimento de sua aprendizagem ensino: de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), do BRAILLE, de recursos de acessibilidade, tecnologia assistiva, comunicação alternativa, orientação e mobilidade, dentre outros.
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva prevê a destinação de recursos e equipamentos aos estudantes como notebook (com softwares leitores de tela para estudantes com cegueira), livros acessíveis, kit cegueira, kit baixa visão, kit comunicação suplementar alternativa (para estudantes com disfunção neumotora e autismo). Materiais e bens permanentes adaptados para estudantes com deficiência física. As escolas que possuem sala de recurso multifuncional receberão computadores, materiais didáticos, jogos pedagógicos, equipamentos de tecnologia assistiva, mobiliários adaptados e recursos para acessibilidade arquitetônica.
Às Superintendências Regionais de Ensino (SREs) caberá contato com os pais/responsáveis e educadores, proporcionado o estabelecimento de canais de comunicação de modo mais direto, contribuindo para a construção de redes de apoio à inclusão.
Já a cartilha Atendimento ao Estudante com Deficiência Visual e Surdocegueira dialoga com os familiares sobre as diretrizes, orientando quanto à alfabetização de jovens estudantes. Segundo a diretora de Educação Especial da SEE, Ana Regina de Carvalho, novas publicações estão sendo elaboradas. “Em breve estaremos divulgando as diretrizes que norteiam o funcionamento dos Centros de Apoio Pedagógicos às Pessoas com Deficiência Visual (CAPs) e dos Centros de Capacitação da Educação e Atendimento às pessoas com Surdez (CAS)”, antecipa.
Clique nos links abaixo para acessar as publicações:
A Educação Especial na Perspectiva Inclusiva
Atendimento ao Estudante com Deficiência Visual e Surdocegueira
A cartilha “A Educação Especial na Perspectiva Inclusiva” apresenta as principais normas, diretrizes e orientações sobre o Atendimento Educacional Especializado (AEE), facilitando e ampliando a compreensão dos direitos e atendimentos oferecidos aos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, na rede estadual de Minas Gerais.
Matrículas de estudantes com necessidades especiais não podem ser negadas, devendo os pais ou responsáveis fazer o cadastro escolar, garantindo a oferta da vaga na escola mais próxima à sua residência, como mostra o material. O cadastramento permite a organização prévia da distribuição das vagas de forma que os estudantes recebam com presteza os recursos de acessibilidade necessários.
Além da matrícula na etapa de ensino correspondente à idade, os estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento ou altas habilidades/superdotação têm direito à matrícula no Atendimento Educacional Especializado (AEE), no turno inverso ao da sua escolaridade.
Para atendimento adequado ao estudante matriculado, a escola deve elaborar o Plano de Desenvolvimento Individual (PDI), no qual fundamenta o processo educacional do estudante, suas habilidades, dificuldades, competências e as suas necessidades de recursos de acessibilidade.
O AEE tem função complementar ou suplementar à formação dos estudantes por meio da disponibilização de serviços, recursos de acessibilidade e estratégias que eliminem barreiras para sua plena participação na sociedade e desenvolvimento de sua aprendizagem ensino: de Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS), do BRAILLE, de recursos de acessibilidade, tecnologia assistiva, comunicação alternativa, orientação e mobilidade, dentre outros.
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva prevê a destinação de recursos e equipamentos aos estudantes como notebook (com softwares leitores de tela para estudantes com cegueira), livros acessíveis, kit cegueira, kit baixa visão, kit comunicação suplementar alternativa (para estudantes com disfunção neumotora e autismo). Materiais e bens permanentes adaptados para estudantes com deficiência física. As escolas que possuem sala de recurso multifuncional receberão computadores, materiais didáticos, jogos pedagógicos, equipamentos de tecnologia assistiva, mobiliários adaptados e recursos para acessibilidade arquitetônica.
Às Superintendências Regionais de Ensino (SREs) caberá contato com os pais/responsáveis e educadores, proporcionado o estabelecimento de canais de comunicação de modo mais direto, contribuindo para a construção de redes de apoio à inclusão.
Já a cartilha Atendimento ao Estudante com Deficiência Visual e Surdocegueira dialoga com os familiares sobre as diretrizes, orientando quanto à alfabetização de jovens estudantes. Segundo a diretora de Educação Especial da SEE, Ana Regina de Carvalho, novas publicações estão sendo elaboradas. “Em breve estaremos divulgando as diretrizes que norteiam o funcionamento dos Centros de Apoio Pedagógicos às Pessoas com Deficiência Visual (CAPs) e dos Centros de Capacitação da Educação e Atendimento às pessoas com Surdez (CAS)”, antecipa.
Clique nos links abaixo para acessar as publicações:
A Educação Especial na Perspectiva Inclusiva
Atendimento ao Estudante com Deficiência Visual e Surdocegueira
FONTE: SECRETARIA DA EDUCAÇÃO DE MINAS GERAIS
quarta-feira, agosto 28, 2013
SP - Perfis, competências e habilidades requeridos do Professor de Educação Básica II - Educação Especial
Na Resolução SE nº 52/2013,
publicada em 15/08/2013, da Secretaria da Educação do Estado de São
Paulo, que produz seus efeitos a partir de 2 de setembro de 2013,
Perfis, competências e habilidades requeridos do Professor de Educação Básica II - Educação Especial da rede estadual de ensino, os referenciais bibliográficos e de legislação, que fundamentam e orientam a organização de exames, concursos e processos seletivos, e dá providências correlatas
XIV. PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA II - EDUCAÇÃO ESPECIAL
1. PERFIL
O professor que atua na modalidade de Educação Especial pauta-se no paradigma da Educação Inclusiva, fundamentada na concepção de direitos humanos e que almeja uma escola de qualidade para todos, cujo pressuposto é de que todos os alunos têm o direito de conviver, aprender e estar juntos, tendo respeitadas suas diferenças e peculiaridades. Isso requer atenção à acessibilidade, tanto física como de comunicação, a partir do conhecimento dos recursos necessários e disponíveis, o que inclui, também, conhecimento de adaptações curriculares ou de acesso ao currículo para atender as necessidades dos alunos e seus diferentes modos de aprender. Guarda-se uma relação dialógica entre o professor da sala comum e o professor especializado, devendo ser próprio deste último a competência para trabalhar com o aluno as questões relativas às necessidades educacionais especiais geradas pelas deficiências sensoriais, física,intelectual; ou pelos transtornos globais do desenvolvimento; ou pelas altas habilidades/superdotação. Devem ser consideradas, também, as características dos educandos e valorizadas suas potencialidades. Faz-se necessário considerar a relevância da amplitude do olhar do professor especializado em relação a seus colegas da sala comum, à equipe escolar e à comunidade, principalmente, à família do aluno. Isto requer tanto a percepção das contínuas mudanças sociais que se ocorrem ao longo do tempo, tendo como referência a questão da diversidade, quanto à formação específica, com abrangência de métodos e técnicas que atendam adequadamente e de forma contextualizada o aluno com necessidades educacionais especiais. Neste contexto, é importante o conhecimento da evolução das políticas públicas, refletidas nas diretrizes e legislação atual, principalmente no que se refere ao Brasil e ao estado de São Paulo.
2. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
a) Participar da elaboração da Proposta Pedagógica da escola.
b) Conhecer os aspectos históricos da relação da sociedade com a pessoa com necessidades educacionais especiais, advindas da deficiência, dos transtornos globais do desenvolvimento ou das altas habilidades ou superdotação.
c) Conhecer as várias tendências de abordagem teórica da educação em relação às pessoas que têm necessidades educacionais especiais.
d) Conhecer as especificidades dos perfis de desenvolvimento e aprendizagem de alunos com deficiência, transtornos global de desenvolvimento ou altas habilidades/superdotação, para nortear o processo de avaliação pedagógica inicial e processual, o planejamento das intervenções e a orientação das adaptações curriculares ou de acesso ao currículo.
e) Compreender o aluno com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento ou altas habilidades ou superdotação como um ser com capacidades, potencialidades, desejos, com necessidades e experiências que devem ser consideradas como referência para as intervenções estimuladoras e desafiadoras de seus processos de desenvolvimento e aprendizagem.
f) Ter conhecimentos básicos dos aspectos fisiológicos e clínicos das deficiências, dos transtornos globais do desenvolvimento e das altas habilidades ou superdotação.
g) Conhecer e avaliar os repertórios sociais, verbais e pré-acadêmicos do aluno, principalmente por meio do domínio de técnicas de observação e registro de seus comportamentos em diversas e diferentes situações escolares para definir as adaptações curriculares e propor as intervenções específicas.
h) Contribuir para a construção de um ambiente acessível e seguro, eliminando barreiras atitudinais, físicas e de comunicação.
i) Conhecer formas para favorecer o uso integrado dos sentidos na percepção e apreensão do meio e na formação de conceitos.
j) Reconhecer as necessidades educacionais de cada aluno por meio de avaliação pedagógica.
k) Conhecer as diversas contribuições culturais, que podem facilitar a compreensão dos alunos quanto à sua inserção no mundo social e do trabalho.
l) Conhecer e compreender os processos de aprendizagem, para desencadear atividades cognitivas, que propiciem o desenvolvimento adequado e compatível com as potencialidades e a faixa etária do aluno.
m) Dominar os conceitos básicos e habilidades básicas, de autogestão e específicas, para desenvolvê-las nos alunos, com vistas à uma futura inserção do educando no mercado de trabalho.
n) Ser capaz de elaborar plano de atendimento nos suportes (Atendimento Pedagógico Especializado), que inclui: intervenção pedagógica e encaminhamentos educacionais necessários; planejamento das adaptações de acesso ao currículo, a partir das necessidades e peculiaridades dos alunos; produzir e/ou selecionar material didático (específico, adaptado ou de uso comum).
o) Desenvolver ações para favorecer a autonomia e independência do educando.
p) Desenvolver atividades escolares complementares, submetendo-as a flexibilizações, promovendo adaptações de acesso ao currículo, com recursos específicos necessários aos alunos com necessidades educacionais especiais matriculados em classes comuns.
q) Conhecer e compreender o contexto de ensino e aprendizagem de alunos com necessidades educacionais especiais, para planejar e realizar intervenções orientadas pelos parâmetros da educação inclusiva e das adaptações curriculares ou de acesso ao currículo.
r) Conhecer e compreender as necessidades de adaptação curricular ou de um currículo funcional para a vida prática autônoma.
s) Desenvolver habilidades acadêmicas e funcionais, para elaborar plano de intervenção e orientar o professor da classe comum.
t) Conhecer os recursos, as formas de monitoramento e registro de atividades desenvolvidas e do desempenho do aluno, a organização e estruturação do espaço físico da sala e escola, para o planejamento e replanejamento do ensino.
u) Desenvolver habilidades e competências específicas para intervenções interdisciplinares.
v) Conhecer os indicadores que definam a evolução do aluno em relação ao domínio dos conteúdos curriculares e elaborar os registros adequados.
x) Adquirir conhecimentos e desenvolver experiências na área para promover ações de sensibilização, por meio de palestras e oficinas junto à comunidade escolar.
w) Compreender a necessidade de promover parcerias com seus pares, com toda a equipe escolar, com a família e com a comunidade, para favorecer a compreensão das características das deficiências, dos transtornos globais do desenvolvimento e das altas habilidades ou superdotação.
y) Promover reunião de orientação, apoio e planejamento para professores.
z) Compreender a relevância do seu apoio aos profissionais da escola e colegas de classe do aluno, por meio de reunião de orientação e planejamento, oferecendo-lhes pistas para compreender e apoiar as aprendizagens dos alu-nos.
HABILIDADES POR ÁREA DE ATUAÇÃO
2.1 DEFICIÊNCIA FÍSICA (DF)
a) Conhecer as várias manifestações das deficiências e as suas implicações no desempenho funcional e intelectual do aluno.
b) Decidir sobre as estratégias pedagógicas e os recursos a serem utilizados de forma a potencializar o aprendizado e a participação ativa do aluno. Se necessário, investigar quais recursos o aluno já uti liza em outros ambientes e adotá-los ou não.
c) Conhecer e aplicar os diferentes recursos de Tecnologia Assistiva, principalmente no que se refere à comunicação suplementar e alternativa e acessibilidade ao computador.
d) Selecionar e sugerir materiais pedagógicos adaptados: engrossadores de lápis, plano inclinado, tesouras adapta-das, dentre outros.
e) Identificar formas adequadas de orientação quanto ao uso de estratégias e recursos adaptados para a sala de aula comum.
f) Elaborar planos de atuação tendo em vista as contribuições obtidas com os profissionais da equipe pedagógica e da equipe responsável pela habilitação/reabilitação do aluno
2.2 DEFICIÊNCIA AUDITIVA (DA)
a) Identificar os tipos de surdez, suas características, época de instalação e as devidas consequências.
b) Identificar aspectos culturais, linguísticos e sociais da comunidade surda.
c) Identificar os diferentes níveis linguísticos da LIBRAS e do Português
d) Dominar a metodologia do ensino da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS como primeira língua do surdo.
e) Dominar a metodologia de ensino da Língua Portuguesa como segunda língua para surdos.
f) Identificar materiais didático-pedagógicos, recursos de acessibilidade elaborar o plano de atuação individualizado, para favorecer a autonomia dos alunos visando o atendimento dos diferentes tipos de surdez.
2.2.1 e 2.3.1 SURDOCEGUEIRA (pertinentes à DA e DV)
a) Identificar aspectos característicos da surdocegueira;
b) Conhecer as características individuais da constituição do aluno e sua história;
c) Reconhecer as reações e respostas pedagógicas e formas de comunicação verbal e não verbal
d) Dominar técnicas e estratégias de comunicação verbal e não verbal, organização de rotina e locomoção no ambiente escolar;
e) Desenvolver plano individual, adequação curricular e avaliação adequada às características individuais.
2.3 DEFICIÊNCIA VISUAL (DV)
a) Dominar o Sistema Braille e suas aplicações nas várias áreas (as Grafias), o uso e o ensino do Soroban adaptado.
b) Ter conhecimentos de orientação e mobilidade e de atividades da vida autônoma
c) Conhecer, indicar ou trabalhar com recursos de tecnologia assistiva (incluindo os programas leitores e ampliadores de tela para a informática acessível) para uso no ambiente escolar e no cotidiano do educando.
d) Ter conhecimentos básicos sobre acessibilidade e audiodescrição.
e) Selecionar ou elaborar materiais e recursos específicos e/ou adaptados e outros que não necessitam de adaptação, de acordo com as necessidades do aluno com baixa visão/visão subnormal ou cegueira.
f) Ter conhecimentos para atuar com as várias especificidades da cegueira e visão subnormal (baixa visão), inclusive para a avaliação da visão funcional.
2.4 DEFICIÊNCIA INTELECTUAL (DI)
a) Identificar o aluno com Deficiência Intelectual, avaliar a sua necessidade educacional e prover o necessário para sua efetiva participação nas atividades escolares.
b) Ser capaz de elaborar Plano de Ensino Individual (PEI), a partir da avaliação pedagógica.
c) Identificar materiais didáticos facilitadores da aprendizagem como alternativas.
d) Identificar habilidades básicas de autogestão e específicas, como ferramentas imprescindíveis, inclusive para o mercado de trabalho.
e) Elaborar adaptações curriculares e orientar os demais membros da equipe pedagógica para a adaptação curricular
f) Compreender os pressupostos de teorias do desenvolvimento humano e o papel desempenhado por processos de aprendizagens escolares nos avanços cognitivos do aluno com deficiência intelectual.
g) Planejar e propor intervenções direcionadas para a promoção de avanços na aprendizagem do aluno, considerando suas capacidades e potencialidades.
h) Estimular o desenvolvimento das capacidades dos alunos em estabelecer interações simbólicas com o meio que o circunda, de forma a minimizar as barreiras de natureza cognitiva impostas pela deficiência.
i) Planejar intervenções que privilegiem avanços na compreensão geral do aluno, por meio de proposições de varia-das atividades de natureza linguístico-cognitivas.
j) Estimular e desafiar o aluno a enfrentar de forma ativa conflitos cognitivos relacionados à construção de conceitos, e sua generalização progressiva para diferentes contextos de aprendizagem.
2.5 TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO (TGD)
a) Ter conhecimentos gerais dos Transtornos Globais do Desenvolvimento, disponibilidade e envolvimento pessoal, resistência à frustração e criatividade.
b) Compreender que a educação dos alunos com Transtornos Globais do Desenvolvimento deve ser caracterizada por um estilo mais pragmático e natural, integrador e centrado na comunicação como núcleo essencial do desenvolvimento do aluno, respeitando os recursos e as capacidades dos mesmos.
c) Conhecer métodos, como o TEACCH, o Programas de Comunicação Total, metodologias específicas e outras for-mas de comunicação específicas, para o trabalho educacional prático com o aluno com Transtornos Globais do Desenvolvimento.
d) Orientar o professor do ensino comum na organização e estruturação do espaço da sala de aula, visando ao controle de ruídos excessivos, possível personalização do ambiente, estilos didáticos diretivos, tornando a jornada escolar o mais previsível possível.
e) Planejar intervenções individualizadas, recorrendo a recursos complementares de natureza psicopedagógica, levando-se em conta a capacidade intelectual, o nível comunicativo e linguístico, as alterações de conduta, o grau de flexibilidade cognitiva e comportamental e o nível de desenvolvimento social do aluno.
f) Propiciar situações de aprendizagem a partir de objetos concretos e passar gradativamente para modelos representacionais e simbólicos, de acordo com as possibilidades do aluno.
g) Ressaltar as habilidades de cada área do sistema cognitivo, investindo nas potencialidades para trabalhar as necessidades educacionais específicas do aluno com Transtornos Globais do Desenvolvimento.
h) Avaliar a necessidade de elaboração de adaptação curricular ou de um currículo funcional para vida prática autô-noma, habilidades acadêmicas e funcionais.
2.6 ALTAS HABILIDADES/ SUPERDOTAÇÃO (AH)
a) Ter os conhecimentos da Educação Especial em geral, somados às especificidades das altas habilidades;
b) Apresentar flexibilidade e criatividade na exploração dos recursos didáticos variados, com a intenção de manter o desafio diante de alunos que aprendem rapidamente e tendem a procurar coisas novas e aprofundamento constantemente;
c) Posicionar-se mais como facilitador do que como condutor dos processos, permitindo que o aluno explore o conhecimento de acordo com seu ritmo e interesse;
d) Ser capaz de flexibilizar os temas e problemas abordados de acordo com as necessidades do aluno, podendo orientar e apoiar o professor do ensino comum;
e) Ser capaz de alternar propostas de trabalho individual e grupal;
f) Traçar metas de comum acordo com o aluno e o professor do ensino comum, para obter resultados desejados, levando em consideração as potencialidades e as dificuldades;
g) Buscar a articulação com os recursos da comunidade disponíveis, criando redes de apoio que possam propiciar ao aluno maiores possibilidades de desenvolvimento de seus poten-ciais, tendo em vista sua autonomia e sua preparação para o mundo do trabalho.
3. BIBLIOGRAFIA – EDUCAÇÃO ESPECIAL
A) Livros e Artigos
1. BAUMEL, Roseli Cecília Rocha de Carvalho; RIBEIRO, Maria Luisa Sprovieri (Org). Educação Especial: do querer ao fazer. São Paulo: Avercamp, 2003.
2. BIANCHETTI, Lucidio; FREIRE, Ida Mara. Um Olhar sobre a Diferença. 9. ed. Campinas: Papirus, 2008.
3. MANTOAN, Maria Tereza Eglér; PRIETO, Rosângela; ARANTES, Valéria Amorim. Inclusão Escolar: pontos e con-trapontos. 2 ed. São Paulo: SUMMUS, 2006.
4. MAZZOTTA, Marcos José da Silveira. Educação Especial no Brasil: história e políticas públicas. São Paulo: Cortez, 1996.
5. RODRIGUES, David. Inclusão e educação: doze olhares sobre a educação inclusiva. São Paulo: Summus, 2006.
B) Publicações Institucionais
1. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS . Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e Protocolo Facultativo. Disponível em: \. Acesso em: 18 jul. 2013.
4. LEGISLAÇÃO
1. BRASIL.DECRETO Nº 6.949, DE 25 DE AGOSTO DE 2009 Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007.
2. SÃO PAULO. DELIBERAÇÃO CEE N.º 68/2007.
Fixa normas para a educação de alunos que apresentam necessidades educacionais especiais, no sistema estadual de ensino.
3. SÃO PAULO. RESOLUÇÃO SE Nº 11, DE 31 DE JANEIRO DE 2008
Dispõe sobre a educação escolar de alunos com necessidades educacionais especiais nas escolas da rede estadual de ensino e dá providências correlatas (Com as alterações introduzidas pela Resolução SE nº 31/2008)
3.1 BIBLIOGRAFIA - DEFICIÊNCIA FÍSICA
A) Livros e Artigos
1. ASSIS, Walkiria de. Criando possibilidades para a educação da pessoa com deficiência física. São Paulo: Revista Educação. Disponível em:. acesso em: 03 jul 2013
2. FONSECA,Vitor. Desenvolvimento psicomotor e aprendizagem. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2008.
3. GERALIS, Elaine. Crianças com paralisia cerebral: guia para pais e educadores. Porto Alegre: Armed, 2007.
B) Publicações Institucionais
1. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Atendimento educacional especializado: deficiência física. Brasília: MEC/ SEESP, 2007. Disponível em: \. Acesso em: 18 jul. 2013.
2. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Portal de ajudas técnicas para educação: equipamento e material pe-dagógico para educação, capacitação e recreação da pessoa com deficiência física: recursos pedagógicos adapta-dos. Brasília: MEC/ SEESP, 2002. Fascículo 1. Disponível em:. Acesso em: 18 jul. 2013.
3. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Portal de ajudas técnicas para educação: equipamento e material pe-dagógico para educação, capacitação e recreação da pessoa com deficiência física; recursos para comunicação al-ternativa. Brasília: MEC/ SEESP, 2006. Disponível em:. Acesso em: 18 jul. 2013.
4. SÃO PAULO (Estado). Coordenadoria de Gestão e Educação Básica. Núcleo de Apoio Pedagógico Especializado – CAPE. Entendendo a deficiência física. São Paulo: SE/CGEB/CAPE, 2012. Disponível em :. Acesso em: 18 jul. 2013.
3.2 BIBLIOGRAFIA - DEFICIÊNCIA AUDITIVA
A) Livros e Artigos
1. CARVALHO, Altiere Araujo. Surdez e implicações Cognitivas sob o ponto de vista sócio-científico. São Paulo: Revista Educação. Disponível em:. acesso em: 03 jul. 2013
2. GUARINELLO, Ana Cristina: O papel do outro na escrita de sujeitos surdos. São Paulo: Ed. Plexus, 2007.
3. GOES, Maria Cecília Rafael de. Linguagem, Surdez e Educação. 3. ed. Campinas: Autores Associados, 1999.
4. REILY, Lucia. Escola Inclusiva: linguagem e mediação. 4 ed. Campinas: Papirus, 2011. Série Educação Especial.
5. SKLIAR, Carlos. A surdez: um olhar sobre as diferenças. 3 ed. Porto Alegre: Mediação, 2005.
B) Publicações Institucionais
1. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Atendimento educacional especializado: pessoa com surdez. Brasília: MEC/
SEESP, 2007. Disponível em:. Acesso em: 18 jul. 2013.
2. SÃO PAULO (Estado). Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. Centro de Apoio Pedagógico Especializado. Leitura, escrita e surdez. São Paulo: SE/CENP/CAPE, 2005. Disponível em:. Acesso em: 18 jul. 2013.
3.3 BIBLIOGRAFIA - DEFICIÊNCIA VISUAL
A) Livros e Artigos
1. AMARALIAN, Maria Lúcia Toledo Moraes (org.). Deficiência visual: perspectivas na contemporaneidade. São Pau-lo: Vetor , 2009.
2. FELIPPE, João Álvaro de Moraes. Caminhando juntos – manual das habilidades básicas de orientação e mobilidade. São Paulo: Laramara, 2001.
3. SIAULYS, Mara O. de Campos; ORMELEZI, Eliana Maria; BRIANT, Maria Emília. (org.). A deficiência visual associada à deficiência múltipla e o atendimento educacional especializado. São Paulo: Laramara, 2010.
B) Publicações Institucionais
1. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. A construção do conceito de número e o pré-soroban. Brasília: MEC/SEESP, 2006. Disponível em:. Acesso em: 18 jul. 2013.
2. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Atendimento educacional especializado: deficiência visual. Brasília: MEC/ SEESP, 2007. Disponível em:. Acesso em: 18 jul. 2013.
3. BRASIL. Secretaria de Educação Especial Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa. Brasília:MEC/SEESP, 2006.
4. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Grafia Braille para a Língua Portuguesa. Brasília: MEC/SEESP, 2006. Disponível em:. Acesso em: 18 jul. 2013.
5. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Orientação e mobilidade: conhecimentos básicos para a inclusão da pessoa com deficiência visual. Brasília: MEC/SEESP, 2003. Disponível em:. Acesso em: 18 jul. 2013.
6. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Soroban: manual de técnicas operatórias para pessoas com deficiência visual. Brasília: MEC/SEESP, 2012. Disponível em:. Acesso em: 18 jul. 2013.
3. 4 BIBLIOGRAFIA - DEFICIÊNCIA INTELECTUAL
A) Livros e Artigos
1. FIERRO, Alfredo. Os alunos com deficiência Mental.In: COLL, César; MARCHESI, Álvaro; PALACIOS, Jesús (Orgs.).Desenvolvimento Psicológico e Educação: transtornos do desenvolvimento e necessidades educativas especiais. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004, v.3.
B) Publicações Institucionais
1. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Atendimento educacional especializado: deficiência mental. Brasília: MEC/ SEESP, 2007. Disponível em:. Acesso em: 18 jul. 2013.
2. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: adaptações curriculares. Bra-sília: MEC/ SEF/SEESP, 1998. Disponível em:. Acesso em: 18 jul. 2013.
3. SÃO PAULO (Estado). Coordenadoria de Gestão e Educação Básica. Núcleo de Apoio Pedagógico Especializado – CAPE. Deficiência intelectual: realidade e ação. São Paulo: SE/CGEB/ CAPE, 2012. Disponível em: . Acesso em: 18 jul. 2013
3.5 BIBLIOGRAFIA - SUPERDOTAÇÃO/ALTAS HABILIDADES
A) Publicações Institucionais
1. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. A construção de práticas educacionais para alunos com altas habilidades/superdotação. Brasília: MEC/SEESP, 2007. Disponível em: Acesso em: 03 jul. 2013.
2. SÃO PAULO. (Estado) Secretaria da Educação. Núcleo de Apoio Pedagógico Especializado – CAPE. Um olhar para as altas habilidades: construindo caminhos. São Paulo: SE, 2. ed., 2012 Disponível em: Acesso em: 03 jul.2013.
4.5 LEGISLAÇÃO (SUPERDOTAÇÃO/ALTAS HABILIDADES)
1.SÃO PAULO. RESOLUÇÃO SE Nº 81, DE 7 DE AGOSTO DE 2012
Dispõe sobre o processo de aceleração de estudos para alunos com altas habilidades/superdotação na rede estadual de ensino e dá providências correlatas.
3.6 BIBLIOGRAFIA - TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO
A) Livros e Artigos
1. BASSOLS, Ana Margareth Siqueira (Org). Saúde Mental na Escola – Uma abordagem multidisciplinar. Porto Ale-gre: Mediação, 2003.
2. RIVIÈRE, Angel. O Desenvolvimento e a Educação da Criança Autista. In: COLL, César. PALACIOS, Jesús. MARCHESI, Alvaro (Orgs.). Desenvolvimento Psicológico e Educação – Necessidades Educativas Especiais e Aprendizagem Escolar. Porto Alegre: Artmed, 1995, v.3, p.274-291.
3.___________O autismo e os transtornos globais do desenvolvimento. In: COLL, César, MARCHESI, Álvaro; PALACIOS, Jesús. (Orgs.). Desenvolvimento Psicológico e Educação: transtornos de desenvolvimento e necessidades educativas especiais. 2. ed. v.3. Porto Alegre: Artmed, 2004, p.234-254.
Extraído da Resolução SE nº 52/2013 da Secretaria da Educação de São Paulo, na página dos Recortes do Diário Oficial
Perfis, competências e habilidades requeridos do Professor de Educação Básica II - Educação Especial da rede estadual de ensino, os referenciais bibliográficos e de legislação, que fundamentam e orientam a organização de exames, concursos e processos seletivos, e dá providências correlatas
XIV. PROFESSOR DE EDUCAÇÃO BÁSICA II - EDUCAÇÃO ESPECIAL
1. PERFIL
O professor que atua na modalidade de Educação Especial pauta-se no paradigma da Educação Inclusiva, fundamentada na concepção de direitos humanos e que almeja uma escola de qualidade para todos, cujo pressuposto é de que todos os alunos têm o direito de conviver, aprender e estar juntos, tendo respeitadas suas diferenças e peculiaridades. Isso requer atenção à acessibilidade, tanto física como de comunicação, a partir do conhecimento dos recursos necessários e disponíveis, o que inclui, também, conhecimento de adaptações curriculares ou de acesso ao currículo para atender as necessidades dos alunos e seus diferentes modos de aprender. Guarda-se uma relação dialógica entre o professor da sala comum e o professor especializado, devendo ser próprio deste último a competência para trabalhar com o aluno as questões relativas às necessidades educacionais especiais geradas pelas deficiências sensoriais, física,intelectual; ou pelos transtornos globais do desenvolvimento; ou pelas altas habilidades/superdotação. Devem ser consideradas, também, as características dos educandos e valorizadas suas potencialidades. Faz-se necessário considerar a relevância da amplitude do olhar do professor especializado em relação a seus colegas da sala comum, à equipe escolar e à comunidade, principalmente, à família do aluno. Isto requer tanto a percepção das contínuas mudanças sociais que se ocorrem ao longo do tempo, tendo como referência a questão da diversidade, quanto à formação específica, com abrangência de métodos e técnicas que atendam adequadamente e de forma contextualizada o aluno com necessidades educacionais especiais. Neste contexto, é importante o conhecimento da evolução das políticas públicas, refletidas nas diretrizes e legislação atual, principalmente no que se refere ao Brasil e ao estado de São Paulo.
2. COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
a) Participar da elaboração da Proposta Pedagógica da escola.
b) Conhecer os aspectos históricos da relação da sociedade com a pessoa com necessidades educacionais especiais, advindas da deficiência, dos transtornos globais do desenvolvimento ou das altas habilidades ou superdotação.
c) Conhecer as várias tendências de abordagem teórica da educação em relação às pessoas que têm necessidades educacionais especiais.
d) Conhecer as especificidades dos perfis de desenvolvimento e aprendizagem de alunos com deficiência, transtornos global de desenvolvimento ou altas habilidades/superdotação, para nortear o processo de avaliação pedagógica inicial e processual, o planejamento das intervenções e a orientação das adaptações curriculares ou de acesso ao currículo.
e) Compreender o aluno com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento ou altas habilidades ou superdotação como um ser com capacidades, potencialidades, desejos, com necessidades e experiências que devem ser consideradas como referência para as intervenções estimuladoras e desafiadoras de seus processos de desenvolvimento e aprendizagem.
f) Ter conhecimentos básicos dos aspectos fisiológicos e clínicos das deficiências, dos transtornos globais do desenvolvimento e das altas habilidades ou superdotação.
g) Conhecer e avaliar os repertórios sociais, verbais e pré-acadêmicos do aluno, principalmente por meio do domínio de técnicas de observação e registro de seus comportamentos em diversas e diferentes situações escolares para definir as adaptações curriculares e propor as intervenções específicas.
h) Contribuir para a construção de um ambiente acessível e seguro, eliminando barreiras atitudinais, físicas e de comunicação.
i) Conhecer formas para favorecer o uso integrado dos sentidos na percepção e apreensão do meio e na formação de conceitos.
j) Reconhecer as necessidades educacionais de cada aluno por meio de avaliação pedagógica.
k) Conhecer as diversas contribuições culturais, que podem facilitar a compreensão dos alunos quanto à sua inserção no mundo social e do trabalho.
l) Conhecer e compreender os processos de aprendizagem, para desencadear atividades cognitivas, que propiciem o desenvolvimento adequado e compatível com as potencialidades e a faixa etária do aluno.
m) Dominar os conceitos básicos e habilidades básicas, de autogestão e específicas, para desenvolvê-las nos alunos, com vistas à uma futura inserção do educando no mercado de trabalho.
n) Ser capaz de elaborar plano de atendimento nos suportes (Atendimento Pedagógico Especializado), que inclui: intervenção pedagógica e encaminhamentos educacionais necessários; planejamento das adaptações de acesso ao currículo, a partir das necessidades e peculiaridades dos alunos; produzir e/ou selecionar material didático (específico, adaptado ou de uso comum).
o) Desenvolver ações para favorecer a autonomia e independência do educando.
p) Desenvolver atividades escolares complementares, submetendo-as a flexibilizações, promovendo adaptações de acesso ao currículo, com recursos específicos necessários aos alunos com necessidades educacionais especiais matriculados em classes comuns.
q) Conhecer e compreender o contexto de ensino e aprendizagem de alunos com necessidades educacionais especiais, para planejar e realizar intervenções orientadas pelos parâmetros da educação inclusiva e das adaptações curriculares ou de acesso ao currículo.
r) Conhecer e compreender as necessidades de adaptação curricular ou de um currículo funcional para a vida prática autônoma.
s) Desenvolver habilidades acadêmicas e funcionais, para elaborar plano de intervenção e orientar o professor da classe comum.
t) Conhecer os recursos, as formas de monitoramento e registro de atividades desenvolvidas e do desempenho do aluno, a organização e estruturação do espaço físico da sala e escola, para o planejamento e replanejamento do ensino.
u) Desenvolver habilidades e competências específicas para intervenções interdisciplinares.
v) Conhecer os indicadores que definam a evolução do aluno em relação ao domínio dos conteúdos curriculares e elaborar os registros adequados.
x) Adquirir conhecimentos e desenvolver experiências na área para promover ações de sensibilização, por meio de palestras e oficinas junto à comunidade escolar.
w) Compreender a necessidade de promover parcerias com seus pares, com toda a equipe escolar, com a família e com a comunidade, para favorecer a compreensão das características das deficiências, dos transtornos globais do desenvolvimento e das altas habilidades ou superdotação.
y) Promover reunião de orientação, apoio e planejamento para professores.
z) Compreender a relevância do seu apoio aos profissionais da escola e colegas de classe do aluno, por meio de reunião de orientação e planejamento, oferecendo-lhes pistas para compreender e apoiar as aprendizagens dos alu-nos.
HABILIDADES POR ÁREA DE ATUAÇÃO
2.1 DEFICIÊNCIA FÍSICA (DF)
a) Conhecer as várias manifestações das deficiências e as suas implicações no desempenho funcional e intelectual do aluno.
b) Decidir sobre as estratégias pedagógicas e os recursos a serem utilizados de forma a potencializar o aprendizado e a participação ativa do aluno. Se necessário, investigar quais recursos o aluno já uti liza em outros ambientes e adotá-los ou não.
c) Conhecer e aplicar os diferentes recursos de Tecnologia Assistiva, principalmente no que se refere à comunicação suplementar e alternativa e acessibilidade ao computador.
d) Selecionar e sugerir materiais pedagógicos adaptados: engrossadores de lápis, plano inclinado, tesouras adapta-das, dentre outros.
e) Identificar formas adequadas de orientação quanto ao uso de estratégias e recursos adaptados para a sala de aula comum.
f) Elaborar planos de atuação tendo em vista as contribuições obtidas com os profissionais da equipe pedagógica e da equipe responsável pela habilitação/reabilitação do aluno
2.2 DEFICIÊNCIA AUDITIVA (DA)
a) Identificar os tipos de surdez, suas características, época de instalação e as devidas consequências.
b) Identificar aspectos culturais, linguísticos e sociais da comunidade surda.
c) Identificar os diferentes níveis linguísticos da LIBRAS e do Português
d) Dominar a metodologia do ensino da Língua Brasileira de Sinais – LIBRAS como primeira língua do surdo.
e) Dominar a metodologia de ensino da Língua Portuguesa como segunda língua para surdos.
f) Identificar materiais didático-pedagógicos, recursos de acessibilidade elaborar o plano de atuação individualizado, para favorecer a autonomia dos alunos visando o atendimento dos diferentes tipos de surdez.
2.2.1 e 2.3.1 SURDOCEGUEIRA (pertinentes à DA e DV)
a) Identificar aspectos característicos da surdocegueira;
b) Conhecer as características individuais da constituição do aluno e sua história;
c) Reconhecer as reações e respostas pedagógicas e formas de comunicação verbal e não verbal
d) Dominar técnicas e estratégias de comunicação verbal e não verbal, organização de rotina e locomoção no ambiente escolar;
e) Desenvolver plano individual, adequação curricular e avaliação adequada às características individuais.
2.3 DEFICIÊNCIA VISUAL (DV)
a) Dominar o Sistema Braille e suas aplicações nas várias áreas (as Grafias), o uso e o ensino do Soroban adaptado.
b) Ter conhecimentos de orientação e mobilidade e de atividades da vida autônoma
c) Conhecer, indicar ou trabalhar com recursos de tecnologia assistiva (incluindo os programas leitores e ampliadores de tela para a informática acessível) para uso no ambiente escolar e no cotidiano do educando.
d) Ter conhecimentos básicos sobre acessibilidade e audiodescrição.
e) Selecionar ou elaborar materiais e recursos específicos e/ou adaptados e outros que não necessitam de adaptação, de acordo com as necessidades do aluno com baixa visão/visão subnormal ou cegueira.
f) Ter conhecimentos para atuar com as várias especificidades da cegueira e visão subnormal (baixa visão), inclusive para a avaliação da visão funcional.
2.4 DEFICIÊNCIA INTELECTUAL (DI)
a) Identificar o aluno com Deficiência Intelectual, avaliar a sua necessidade educacional e prover o necessário para sua efetiva participação nas atividades escolares.
b) Ser capaz de elaborar Plano de Ensino Individual (PEI), a partir da avaliação pedagógica.
c) Identificar materiais didáticos facilitadores da aprendizagem como alternativas.
d) Identificar habilidades básicas de autogestão e específicas, como ferramentas imprescindíveis, inclusive para o mercado de trabalho.
e) Elaborar adaptações curriculares e orientar os demais membros da equipe pedagógica para a adaptação curricular
f) Compreender os pressupostos de teorias do desenvolvimento humano e o papel desempenhado por processos de aprendizagens escolares nos avanços cognitivos do aluno com deficiência intelectual.
g) Planejar e propor intervenções direcionadas para a promoção de avanços na aprendizagem do aluno, considerando suas capacidades e potencialidades.
h) Estimular o desenvolvimento das capacidades dos alunos em estabelecer interações simbólicas com o meio que o circunda, de forma a minimizar as barreiras de natureza cognitiva impostas pela deficiência.
i) Planejar intervenções que privilegiem avanços na compreensão geral do aluno, por meio de proposições de varia-das atividades de natureza linguístico-cognitivas.
j) Estimular e desafiar o aluno a enfrentar de forma ativa conflitos cognitivos relacionados à construção de conceitos, e sua generalização progressiva para diferentes contextos de aprendizagem.
2.5 TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO (TGD)
a) Ter conhecimentos gerais dos Transtornos Globais do Desenvolvimento, disponibilidade e envolvimento pessoal, resistência à frustração e criatividade.
b) Compreender que a educação dos alunos com Transtornos Globais do Desenvolvimento deve ser caracterizada por um estilo mais pragmático e natural, integrador e centrado na comunicação como núcleo essencial do desenvolvimento do aluno, respeitando os recursos e as capacidades dos mesmos.
c) Conhecer métodos, como o TEACCH, o Programas de Comunicação Total, metodologias específicas e outras for-mas de comunicação específicas, para o trabalho educacional prático com o aluno com Transtornos Globais do Desenvolvimento.
d) Orientar o professor do ensino comum na organização e estruturação do espaço da sala de aula, visando ao controle de ruídos excessivos, possível personalização do ambiente, estilos didáticos diretivos, tornando a jornada escolar o mais previsível possível.
e) Planejar intervenções individualizadas, recorrendo a recursos complementares de natureza psicopedagógica, levando-se em conta a capacidade intelectual, o nível comunicativo e linguístico, as alterações de conduta, o grau de flexibilidade cognitiva e comportamental e o nível de desenvolvimento social do aluno.
f) Propiciar situações de aprendizagem a partir de objetos concretos e passar gradativamente para modelos representacionais e simbólicos, de acordo com as possibilidades do aluno.
g) Ressaltar as habilidades de cada área do sistema cognitivo, investindo nas potencialidades para trabalhar as necessidades educacionais específicas do aluno com Transtornos Globais do Desenvolvimento.
h) Avaliar a necessidade de elaboração de adaptação curricular ou de um currículo funcional para vida prática autô-noma, habilidades acadêmicas e funcionais.
2.6 ALTAS HABILIDADES/ SUPERDOTAÇÃO (AH)
a) Ter os conhecimentos da Educação Especial em geral, somados às especificidades das altas habilidades;
b) Apresentar flexibilidade e criatividade na exploração dos recursos didáticos variados, com a intenção de manter o desafio diante de alunos que aprendem rapidamente e tendem a procurar coisas novas e aprofundamento constantemente;
c) Posicionar-se mais como facilitador do que como condutor dos processos, permitindo que o aluno explore o conhecimento de acordo com seu ritmo e interesse;
d) Ser capaz de flexibilizar os temas e problemas abordados de acordo com as necessidades do aluno, podendo orientar e apoiar o professor do ensino comum;
e) Ser capaz de alternar propostas de trabalho individual e grupal;
f) Traçar metas de comum acordo com o aluno e o professor do ensino comum, para obter resultados desejados, levando em consideração as potencialidades e as dificuldades;
g) Buscar a articulação com os recursos da comunidade disponíveis, criando redes de apoio que possam propiciar ao aluno maiores possibilidades de desenvolvimento de seus poten-ciais, tendo em vista sua autonomia e sua preparação para o mundo do trabalho.
3. BIBLIOGRAFIA – EDUCAÇÃO ESPECIAL
A) Livros e Artigos
1. BAUMEL, Roseli Cecília Rocha de Carvalho; RIBEIRO, Maria Luisa Sprovieri (Org). Educação Especial: do querer ao fazer. São Paulo: Avercamp, 2003.
2. BIANCHETTI, Lucidio; FREIRE, Ida Mara. Um Olhar sobre a Diferença. 9. ed. Campinas: Papirus, 2008.
3. MANTOAN, Maria Tereza Eglér; PRIETO, Rosângela; ARANTES, Valéria Amorim. Inclusão Escolar: pontos e con-trapontos. 2 ed. São Paulo: SUMMUS, 2006.
4. MAZZOTTA, Marcos José da Silveira. Educação Especial no Brasil: história e políticas públicas. São Paulo: Cortez, 1996.
5. RODRIGUES, David. Inclusão e educação: doze olhares sobre a educação inclusiva. São Paulo: Summus, 2006.
B) Publicações Institucionais
1. ORGANIZAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS . Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e Protocolo Facultativo. Disponível em: \
4. LEGISLAÇÃO
1. BRASIL.DECRETO Nº 6.949, DE 25 DE AGOSTO DE 2009 Promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007.
2. SÃO PAULO. DELIBERAÇÃO CEE N.º 68/2007.
Fixa normas para a educação de alunos que apresentam necessidades educacionais especiais, no sistema estadual de ensino.
3. SÃO PAULO. RESOLUÇÃO SE Nº 11, DE 31 DE JANEIRO DE 2008
Dispõe sobre a educação escolar de alunos com necessidades educacionais especiais nas escolas da rede estadual de ensino e dá providências correlatas (Com as alterações introduzidas pela Resolução SE nº 31/2008)
3.1 BIBLIOGRAFIA - DEFICIÊNCIA FÍSICA
A) Livros e Artigos
1. ASSIS, Walkiria de. Criando possibilidades para a educação da pessoa com deficiência física. São Paulo: Revista Educação. Disponível em:
2. FONSECA,Vitor. Desenvolvimento psicomotor e aprendizagem. PORTO ALEGRE: ARTMED, 2008.
3. GERALIS, Elaine. Crianças com paralisia cerebral: guia para pais e educadores. Porto Alegre: Armed, 2007.
B) Publicações Institucionais
1. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Atendimento educacional especializado: deficiência física. Brasília: MEC/ SEESP, 2007. Disponível em: \
2. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Portal de ajudas técnicas para educação: equipamento e material pe-dagógico para educação, capacitação e recreação da pessoa com deficiência física: recursos pedagógicos adapta-dos. Brasília: MEC/ SEESP, 2002. Fascículo 1. Disponível em:
3. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Portal de ajudas técnicas para educação: equipamento e material pe-dagógico para educação, capacitação e recreação da pessoa com deficiência física; recursos para comunicação al-ternativa. Brasília: MEC/ SEESP, 2006. Disponível em:
4. SÃO PAULO (Estado). Coordenadoria de Gestão e Educação Básica. Núcleo de Apoio Pedagógico Especializado – CAPE. Entendendo a deficiência física. São Paulo: SE/CGEB/CAPE, 2012. Disponível em :
3.2 BIBLIOGRAFIA - DEFICIÊNCIA AUDITIVA
A) Livros e Artigos
1. CARVALHO, Altiere Araujo. Surdez e implicações Cognitivas sob o ponto de vista sócio-científico. São Paulo: Revista Educação. Disponível em:
2. GUARINELLO, Ana Cristina: O papel do outro na escrita de sujeitos surdos. São Paulo: Ed. Plexus, 2007.
3. GOES, Maria Cecília Rafael de. Linguagem, Surdez e Educação. 3. ed. Campinas: Autores Associados, 1999.
4. REILY, Lucia. Escola Inclusiva: linguagem e mediação. 4 ed. Campinas: Papirus, 2011. Série Educação Especial.
5. SKLIAR, Carlos. A surdez: um olhar sobre as diferenças. 3 ed. Porto Alegre: Mediação, 2005.
B) Publicações Institucionais
1. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Atendimento educacional especializado: pessoa com surdez. Brasília: MEC/
SEESP, 2007. Disponível em:
2. SÃO PAULO (Estado). Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. Centro de Apoio Pedagógico Especializado. Leitura, escrita e surdez. São Paulo: SE/CENP/CAPE, 2005. Disponível em:
3.3 BIBLIOGRAFIA - DEFICIÊNCIA VISUAL
A) Livros e Artigos
1. AMARALIAN, Maria Lúcia Toledo Moraes (org.). Deficiência visual: perspectivas na contemporaneidade. São Pau-lo: Vetor , 2009.
2. FELIPPE, João Álvaro de Moraes. Caminhando juntos – manual das habilidades básicas de orientação e mobilidade. São Paulo: Laramara, 2001.
3. SIAULYS, Mara O. de Campos; ORMELEZI, Eliana Maria; BRIANT, Maria Emília. (org.). A deficiência visual associada à deficiência múltipla e o atendimento educacional especializado. São Paulo: Laramara, 2010.
B) Publicações Institucionais
1. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. A construção do conceito de número e o pré-soroban. Brasília: MEC/SEESP, 2006. Disponível em:
2. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Atendimento educacional especializado: deficiência visual. Brasília: MEC/ SEESP, 2007. Disponível em:
3. BRASIL. Secretaria de Educação Especial Código Matemático Unificado para a Língua Portuguesa. Brasília:MEC/SEESP, 2006.
4. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Grafia Braille para a Língua Portuguesa. Brasília: MEC/SEESP, 2006. Disponível em:
5. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Orientação e mobilidade: conhecimentos básicos para a inclusão da pessoa com deficiência visual. Brasília: MEC/SEESP, 2003. Disponível em:
6. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Soroban: manual de técnicas operatórias para pessoas com deficiência visual. Brasília: MEC/SEESP, 2012. Disponível em:
3. 4 BIBLIOGRAFIA - DEFICIÊNCIA INTELECTUAL
A) Livros e Artigos
1. FIERRO, Alfredo. Os alunos com deficiência Mental.In: COLL, César; MARCHESI, Álvaro; PALACIOS, Jesús (Orgs.).Desenvolvimento Psicológico e Educação: transtornos do desenvolvimento e necessidades educativas especiais. 2. ed. Porto Alegre: Artmed, 2004, v.3.
B) Publicações Institucionais
1. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. Atendimento educacional especializado: deficiência mental. Brasília: MEC/ SEESP, 2007. Disponível em:
2. BRASIL. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: adaptações curriculares. Bra-sília: MEC/ SEF/SEESP, 1998. Disponível em:
3. SÃO PAULO (Estado). Coordenadoria de Gestão e Educação Básica. Núcleo de Apoio Pedagógico Especializado – CAPE. Deficiência intelectual: realidade e ação. São Paulo: SE/CGEB/ CAPE, 2012. Disponível em:
3.5 BIBLIOGRAFIA - SUPERDOTAÇÃO/ALTAS HABILIDADES
A) Publicações Institucionais
1. BRASIL. Secretaria de Educação Especial. A construção de práticas educacionais para alunos com altas habilidades/superdotação. Brasília: MEC/SEESP, 2007. Disponível em:
2. SÃO PAULO. (Estado) Secretaria da Educação. Núcleo de Apoio Pedagógico Especializado – CAPE. Um olhar para as altas habilidades: construindo caminhos. São Paulo: SE, 2. ed., 2012 Disponível em:
4.5 LEGISLAÇÃO (SUPERDOTAÇÃO/ALTAS HABILIDADES)
1.SÃO PAULO. RESOLUÇÃO SE Nº 81, DE 7 DE AGOSTO DE 2012
Dispõe sobre o processo de aceleração de estudos para alunos com altas habilidades/superdotação na rede estadual de ensino e dá providências correlatas.
3.6 BIBLIOGRAFIA - TRANSTORNOS GLOBAIS DO DESENVOLVIMENTO
A) Livros e Artigos
1. BASSOLS, Ana Margareth Siqueira (Org). Saúde Mental na Escola – Uma abordagem multidisciplinar. Porto Ale-gre: Mediação, 2003.
2. RIVIÈRE, Angel. O Desenvolvimento e a Educação da Criança Autista. In: COLL, César. PALACIOS, Jesús. MARCHESI, Alvaro (Orgs.). Desenvolvimento Psicológico e Educação – Necessidades Educativas Especiais e Aprendizagem Escolar. Porto Alegre: Artmed, 1995, v.3, p.274-291.
3.___________O autismo e os transtornos globais do desenvolvimento. In: COLL, César, MARCHESI, Álvaro; PALACIOS, Jesús. (Orgs.). Desenvolvimento Psicológico e Educação: transtornos de desenvolvimento e necessidades educativas especiais. 2. ed. v.3. Porto Alegre: Artmed, 2004, p.234-254.
Extraído da Resolução SE nº 52/2013 da Secretaria da Educação de São Paulo, na página dos Recortes do Diário Oficial
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Nesta quarta-feira (24), o Centro de Apoio Pedagógico Especializado (CAPE) apresenta o livro e o DVD “Entendendo a Deficiência Física” para os educadores da rede. Em uma orientação técnica para cerca de 200 pessoas, a equipe do centro aborda questões presentes nos cinco capítulos da obra.
A programação do encontro, com início às 8h até às 17h, tem apresentações de Maria Elizabeth da Costa, diretora do Centro de Atendimento Especializado (CAESP) e de Newton Rezende, coordenador do CAPE. Entre os temas abordados, estão a paralisia cerebral e comunicação alternativa, recursos de acesso ao currículo, adequação postural, tecnologia assistiva na escola, além de estratégias para a utilização do livro e do DVD como ferramentas.
Participam da orientação técnica os supervisores, professores especializados na área da deficiência física e os professores coordenadores dos Núcleos Pedagógicos de Educação Especial das diretorias de ensino do Estado.
Nesta quarta-feira (24), o Centro de Apoio Pedagógico Especializado (CAPE) apresenta o livro e o DVD “Entendendo a Deficiência Física” para os educadores da rede. Em uma orientação técnica para cerca de 200 pessoas, a equipe do centro aborda questões presentes nos cinco capítulos da obra.
A programação do encontro, com início às 8h até às 17h, tem apresentações de Maria Elizabeth da Costa, diretora do Centro de Atendimento Especializado (CAESP) e de Newton Rezende, coordenador do CAPE. Entre os temas abordados, estão a paralisia cerebral e comunicação alternativa, recursos de acesso ao currículo, adequação postural, tecnologia assistiva na escola, além de estratégias para a utilização do livro e do DVD como ferramentas.
Participam da orientação técnica os supervisores, professores especializados na área da deficiência física e os professores coordenadores dos Núcleos Pedagógicos de Educação Especial das diretorias de ensino do Estado.
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da SEESP
Valor será empregado em convênios com instituições como a APAE
Neste ano, serão investidos R$ 110,5 milhões no atendimento a alunos autistas e com deficiências graves que não podem ser incluídos no ensino regular da rede estadual. Com a ação, mais de 32 mil estudantes com necessidades educacionais especiais serão beneficiados.
A verba será destinada a convênios com 298 instituições assistenciais, como as Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs). Todas oferecem atendimento pedagógico e educacional para crianças e jovens com deficiência motora, visual, mental ou auditiva, e também para autistas.
Valor será empregado em convênios com instituições como a APAE
Neste ano, serão investidos R$ 110,5 milhões no atendimento a alunos autistas e com deficiências graves que não podem ser incluídos no ensino regular da rede estadual. Com a ação, mais de 32 mil estudantes com necessidades educacionais especiais serão beneficiados.
A verba será destinada a convênios com 298 instituições assistenciais, como as Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAEs). Todas oferecem atendimento pedagógico e educacional para crianças e jovens com deficiência motora, visual, mental ou auditiva, e também para autistas.
domingo, abril 10, 2011
SP REDE DO SABER Necessidades Educacionais Especiais - Entendendo a Deficiência Física
2º SEMESTRE DE 2010
Entendendo a Deficiência Física
Entendendo a Deficiência Física
O Centro de Apoio Pedagógico Especializado (CAPE) quer capacitar professores para o atendimento adequado aos alunos que apresentam necessidades especiais de natureza física e rever conceitos e concepções que embasam a aquisição de conhecimento do aluno com deficiência física.
Para isso, desenvolveu o curso “Entendendo a Deficiência Física”, dividido em cinco módulos com quatro videoconferências. O projeto levou em consideração que o processo ensino-aprendizagem deve estar pautado nas individualidades, possibilidades e igualdade de direito de cada aluno. Os alunos com necessidades especiais devem ser incluídos no modelo democrático de inclusão escolar e social, tendo respeitado os seus limites e garantido o seu direito de aprendizagem no contexto regular de ensino.
As videoconferências estão disponíveis abaixo para consulta:
- Recursos de acesso ao currículo (Módulo 5)
Apresentação: Walkíria de Assis, pedagoga especializada na área da Deficiência Física e mestre em Educação Especial.
Sinopse: A videoconferência apresenta os recursos de acesso ao currículo que auxiliam o processo de inclusão das crianças com deficiência física. A videoconferencista ressalta a necessidade de vencer as barreiras de acessibilidade, além do papel fundamental do professor no apoio ao aluno. A videoconferência mostra algumas técnicas e recursos que podem ser utilizados pelo professor em sala de aula.
Para assistir o vídeo, clique aqui.
- Adequação postural: colaborando com o aprendizado (Módulo 4)
Apresentação: Luciana Held, integrante da equipe do Serviço de Educação Especial, do CAPE, e terapeuta ocupacional.
Sinopse: A videoconferencista orienta o professor a atuar apropriadamente em relação à adequação postural do aluno com deficiência física. Durante a videoconferência, são apresentados argumentos que comprovam que o efeito da adequação postural contribui na melhoria do aprendizado do aluno.
Para assistir o vídeo, clique aqui.
- Paralisia Cerebral e Comunicação Alternativa (Módulo 3)
Apresentação: Altiere Araújo Carvalho, fonoaudiólogo, mestre em Neuroimunologia e P.h.D. em Psicologia, Neurociências e Comportamento.
Sinopse: O videoconferencista fala sobre alunos com paralisia cerebral e apresenta para o professor diversas alternativas de comunicação com o aluno.
Para assistir o vídeo, clique aqui.
- Tecnologia assistiva na escola (Módulo 2)
Apresentação: Renata Cristina Bertolozzi Varela, terapeuta ocupacional e mestre em Terapia Ocupacional.
Sinopse: A videoconferencista ressalta dispositivos, equipamentos e adaptações utilizados para auxiliar pessoas com deficiência física a realizar com certa autonomia atividades significativas em seu cotidiano.
Para assistir o vídeo, clique aqui.
- Deficiência física - Definição, Etiologia, Paralisia Cerebral, Mielomeningocele, Doenças Neuromusculares, Lesão Encefálica Infantil Adquirida e Malformação Congênita (Módulo 1)
Apresentação: Altiere Araújo Carvalho, fonoaudiólogo, mestre em Neuroimunologia e P.h.D. em Psicologia, Neurociências e Comportamento.
Sinopse: O videoconferencista apresenta as patologias ligadas às deficiências físicas e as influências dessas doenças na vida escolar.
Para assistir o vídeo, clique aqui.
Para isso, desenvolveu o curso “Entendendo a Deficiência Física”, dividido em cinco módulos com quatro videoconferências. O projeto levou em consideração que o processo ensino-aprendizagem deve estar pautado nas individualidades, possibilidades e igualdade de direito de cada aluno. Os alunos com necessidades especiais devem ser incluídos no modelo democrático de inclusão escolar e social, tendo respeitado os seus limites e garantido o seu direito de aprendizagem no contexto regular de ensino.
As videoconferências estão disponíveis abaixo para consulta:
- Recursos de acesso ao currículo (Módulo 5)
Apresentação: Walkíria de Assis, pedagoga especializada na área da Deficiência Física e mestre em Educação Especial.
Sinopse: A videoconferência apresenta os recursos de acesso ao currículo que auxiliam o processo de inclusão das crianças com deficiência física. A videoconferencista ressalta a necessidade de vencer as barreiras de acessibilidade, além do papel fundamental do professor no apoio ao aluno. A videoconferência mostra algumas técnicas e recursos que podem ser utilizados pelo professor em sala de aula.
Para assistir o vídeo, clique aqui.
- Adequação postural: colaborando com o aprendizado (Módulo 4)
Apresentação: Luciana Held, integrante da equipe do Serviço de Educação Especial, do CAPE, e terapeuta ocupacional.
Sinopse: A videoconferencista orienta o professor a atuar apropriadamente em relação à adequação postural do aluno com deficiência física. Durante a videoconferência, são apresentados argumentos que comprovam que o efeito da adequação postural contribui na melhoria do aprendizado do aluno.
Para assistir o vídeo, clique aqui.
- Paralisia Cerebral e Comunicação Alternativa (Módulo 3)
Apresentação: Altiere Araújo Carvalho, fonoaudiólogo, mestre em Neuroimunologia e P.h.D. em Psicologia, Neurociências e Comportamento.
Sinopse: O videoconferencista fala sobre alunos com paralisia cerebral e apresenta para o professor diversas alternativas de comunicação com o aluno.
Para assistir o vídeo, clique aqui.
- Tecnologia assistiva na escola (Módulo 2)
Apresentação: Renata Cristina Bertolozzi Varela, terapeuta ocupacional e mestre em Terapia Ocupacional.
Sinopse: A videoconferencista ressalta dispositivos, equipamentos e adaptações utilizados para auxiliar pessoas com deficiência física a realizar com certa autonomia atividades significativas em seu cotidiano.
Para assistir o vídeo, clique aqui.
- Deficiência física - Definição, Etiologia, Paralisia Cerebral, Mielomeningocele, Doenças Neuromusculares, Lesão Encefálica Infantil Adquirida e Malformação Congênita (Módulo 1)
Apresentação: Altiere Araújo Carvalho, fonoaudiólogo, mestre em Neuroimunologia e P.h.D. em Psicologia, Neurociências e Comportamento.
Sinopse: O videoconferencista apresenta as patologias ligadas às deficiências físicas e as influências dessas doenças na vida escolar.
Para assistir o vídeo, clique aqui.
Sobre:
Deficiência Física
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segunda-feira, fevereiro 07, 2011
Auxiliares ajudam alunos com deficiência nas escolas de SP
Com o início das aulas na rede municipal de ensino de São Paulo nesta segunda-feira, a Secretaria Municipal de Educação informou que 409 auxiliares de vida escolar (AVE) iniciaram as atividades para auxiliar os alunos com deficiência física e autismo. A equipe integra o projeto Inclui, que tem por objetivo ampliar o atendimento às crianças e jovens com necessidades educacionais especiais.
De acordo com a secretaria, os profissionais vão apoiar os alunos que não têm autonomia para alimentar-se, fazer a própria higiene e locomover-se em decorrência de deficiência física ou autismo. Ainda no primeiro semestre, o número de auxiliares deve chegar a 500, segundo a secretaria.
A rede municipal de ensino também vai contar com mil estagiários de Pedagogia. Segundo a secretaria, eles vão auxiliar os professores em turmas que têm um ou mais alunos com necessidades educacionais especiais.
A capital paulista tem a maior rede municipal de ensino do País, com cerca de 3 mil escolas, onde estudam pelo menos 1,1 milhão de alunos.
Terra
De acordo com a secretaria, os profissionais vão apoiar os alunos que não têm autonomia para alimentar-se, fazer a própria higiene e locomover-se em decorrência de deficiência física ou autismo. Ainda no primeiro semestre, o número de auxiliares deve chegar a 500, segundo a secretaria.
A rede municipal de ensino também vai contar com mil estagiários de Pedagogia. Segundo a secretaria, eles vão auxiliar os professores em turmas que têm um ou mais alunos com necessidades educacionais especiais.
A capital paulista tem a maior rede municipal de ensino do País, com cerca de 3 mil escolas, onde estudam pelo menos 1,1 milhão de alunos.
Terra
Sobre:
Autismo,
Auxiliar de Vida Escolar,
AVE,
Deficiência Física
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quarta-feira, janeiro 19, 2011
Professora supera próprias deficiências para educar
Quando questionada sobre sua infância, Maria Dolores Fortes poderia citar as constantes idas aos hospitais, o preconceito que sofria ou a longa escada da escola pública que dificultava diariamente seu acesso aos estudos. Porém, a lembrança que mais a marcou quando criança foi outra. Vítima da artrite reumatóide infanto-juvenil, doença que dificulta os movimentos e causa dores nas articulações, foi durante as hospitalizações que a atual pedagoga descobriu sua vocação para lecionar.
Filha de pai metalúrgico, de mãe lavadeira e integrante de uma família de nordestinos imigrantes na grande São Paulo, Maria Dolores começou a sentir fortes dores musculares aos dois anos de idade. Porém, foi somente aos seis anos que o problema foi identificado. A artrite reumatóide infanto-juvenil foi restringindo seus movimentos aos poucos, e por isso ela passou a maior parte da infância internada em hospitais.
"Quando eu ficava hospitalizada, virava professorinha de outras crianças que dividiam a enfermaria comigo. E nos dias que eu conseguia freqüentar a escola, ficava até mais tarde para ajudar outros colegas a fazer suas lições", conta Dolores.
Ela conheceu o preconceito aos nove anos de idade, quando não era aceita em nenhuma escola pública por ser portadora de deficiência física. Quando o direito de estudo lhe foi concedido, a menina se esforçou o dobro para vencer os conteúdos e para subir e descer as escadas do colégio. Com dificuldade de dinheiro, Dolores não possuía cadeira de rodas, e na maioria das vezes precisava subir de joelhos os 30 degraus que a levavam para a sala de aula.
Esforçada e inteligente, com 15 anos ela começou a dar aulas para a filha de uma vizinha. Nesse momento, sua vocação foi comprovada: conseguiu alfabetizar sua primeira aluna que tinha apenas quatro anos de idade na época.
Aos 16 anos, Maria Dolores já trabalhava de 12 a 14 horas por dia ensinando outras crianças como a pequena Adriana, sua primeira estudante. Depois de 5 anos de muito esforço, conseguiu juntar dinheiro para comprar uma cadeira de rodas motorizada. Com a cadeira, a aspirante a professora passou no vestibular e ingressou na faculdade de pedagogia. Já formada, Dolores continuou nos estudos. Fez pós-graduação, mestrado e doutorado em Educação pela PUC-SP. Hoje, é referência em pedagogia e exemplo de superação.
"Uma águia foi criada com as galinhas e vivia sempre a ciscar. Até que um camponês descobre que ela é uma águia e a põe a voar. No início ela relutou, mas depois conseguiu. Minha vida foi assim. Minha família, pela humildade cultural, achava que eu não ia conseguir chegar muito longe devido às minhas limitações físicas. Mas eu consegui", conta a atual escritora de três livros, o primeiro deles uma autobiografia intitulada "O voo da águia".
Redação Terra
Sobre:
Artrite Reumatóide,
Deficiência Física
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